sexta-feira, 24 de junho de 2016

Presidente da Palestina culpa Israel por terror mundial - Jarbas Aragão


Uma decisão da Assembleia Geral da ONU aprovou por maioria a Palestina como um Estado observador não-membro, em novembro de 2012. Pouco mais de dois anos depois (por 488 votos a favor e 88 contra), o Parlamento Europeu apoiou uma “solução de dois Estados”, que reconhece “em princípio” a existência de um Estado da Palestina. Na ocasião, foi anunciado que o Hamas seria removido da lista de grupos terroristas.

Oficialmente, Islândia e Suécia são os únicos países europeus a reconhecer a Palestina como nação independente, incluindo Cisjordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental como capital.

Os parlamentos de Portugal, Irlanda, França, Espanha e Inglaterra pediram que suas nações fizessem o mesmo. O Vaticano – cujo regime é único – fez o anúncio oficial em 2015. O Brasil divulgou o reconhecimento em 2010, ainda no governo Lula, anunciando uma doação de 10 milhões de dólares para o Hamas e a doação de um terreno de 16 mil metros quadrados em zona privilegiada de Brasília para a construção de uma embaixada da Palestina.

Nesta quinta (23) foi dado outro passo importante na tentativa dos palestinos de convencerem o mundo que vivem sob ‘ocupação’ de Israel desde 1967. Na assembleia do Parlamento Europeu, em Bruxelas, o discurso de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, foi recheado de frases de impacto e meia-verdades, além de repetir as mesmas mentiras de sempre.

Na porção final de sua fala, Abbas fez uma promessa infundada. “Para que o terrorismo acabe, precisamos criar um estado palestino, tendo como capital Jerusalém Oriental… Uma vez que essa ocupação [de Israel] acabe, o terrorismo terminará… Enquanto isso não ocorrer, o extremismo e o terrorismo naõ terão fim no Oriente Médio e em todo o mundo”.

Através de um argumento questionável e uma lógica falha, tentou jogar sobre o governo de Israel a culpa pelos atentados que ocorrem em todo o mundo em nome de Alá, bem como os assassinatos de cristãos, yazidis e judeus por extremistas como o Estado Islâmico.

Para Abbas, é preciso que Israel seja detido com a ajuda da UE, mas sem especificar como isso seria feito. Mesmo assim, foi aplaudido pelos europarlamentares no final.

Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, afirmou publicamente que “ajudar a assegurar a estabilidade e o bom funcionamento da Palestina é um dever moral para a União Europeia”.

Curiosamente, o presidente de Israel Reuven Rivlin, que discursou no dia anterior no mesmo Parlamento, anunciou que estava disposto a se encontrar com Abbas. O pedido foi recusado pela delegação palestina.

Contudo, em declaração à imprensa, Abbas afirmou que “nossas mãos estão estendidas, no desejo de alcançarmos a paz”. Ele não explicou os motivos de sua recusa. A resposta de Rivlin foi: “Não podemos construir a confiança entre nós, se não começarmos a falar diretamente, sem intermediários”.
Contradições de um líder terrorista

Após ser pressionado pelo governo dos Estados Unidos, Israel aceitou o chamado Acordo de Oslo, quando foi criada a Autoridade Palestina (AP), em substituição à Organização pela Libertação da Palestina (OLP), um grupo político com um braço terrorista. Era um ‘primeiro passo’ para a fundação de um Estado palestino independente.

Em 2005, Abbas foi eleito presidente da AP, mas ele administra apenas a Cisjordânia em nome do seu grupo político-militar Fatah. A Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas, reconhecido como grupo terrorista por muitos países. Embora possuam diferenças políticas de fundo religioso, Fatah e Hamas se unem quando se trata de fazer atentados terroristas contra Israel.

Na última semana, por exemplo, uma campanha anunciada promovida pela Autoridade Palestina e líderes do Hamas avisou à população que os muçulmanos palestinos que venderem suas propriedades aos judeus, em Jerusalém, serão incriminados por traição à Alá e podem ser mortos por isso. Com informações deJerusalém Post e Parlamento Europeu



Fonte: www.gospelprime.com.br

Terrorista islâmico se converte após ir à igreja espionar


Terrorista islâmico se converte após ir à igreja espionar


O pastor Ghassan Thomas é mais um entre os milhares de cristãos que fugiram de Bagdá, capital do Iraque, após receber ameaças de islâmicos contra sua vida e de sua família.

Chegando à Turquia, assumiu uma nova igreja dedicada para ajudar refugiados. “Eu era um refugiado e podia me colocar no lugar deles. Eu os entendia”, resumiu Thomas à CBN News.

Quando o Estado Islâmico (EI) enviou um dos seus para espionar a igreja do pastor Thomas, não imaginava que perderiam um soldado. O “espião” jihadista acabou ouvindo o evangelho e se entregou a Jesus Cristo.

Este homem, que não tem o nome divulgado por questões de segurança, conta que sua função quando estava com os extremistas era verificar se havia sobreviventes após os ataques do grupo a uma casa, por exemplo. “Naquele tempo, eu pensava que deveria matar. Eu precisava fazer muitas coisas sangrentas apenas para estar mais perto de Alá”, lembra.

Para o ex-jihadista, a sede de sangue é o que motiva o Estado Islâmico. O pensamento era: “Se você não é muçulmano, precisa se tornar muçulmano. Caso contrário, iremos te matar e tomar o que é seu: dinheiro, mulheres e tudo mais. É isso que está escrito no Alcorão.”

Explica ainda que sua vida foi ameaçada muitas vezes nos combates entre muçulmanos sunitas (ramo ao qual pertence o EI) e os xiitas. Temendo por sua segurança, a família pediu que ele fugisse para a Turquia. Como bom muçulmano, obedeceu seus pais. O EI pediu então que ele servisse como espião.

Quando chegou na igreja do pastor Thomas, o ex-terrorista já tinha muitos conflitos internos e suas próprias perguntas sobre Jesus. Mas foi o testemunho dos cristãos que mais o impactou.

“Eu vi como as pessoas me receberam mesmo sem me conhecer. Eu odiava essas pessoas e elas me mostraram o amor”, lembra. Conta ainda que uma experiência mudou sua vida.

“Quando eles oraram por mim, comecei a chorar como criança. Senti como se algo muito pesado tivesse saído do meu corpo”, recorda. Ele tem dificuldades em descrever o que ocorreu em seguida: “Quando o culto terminou, fui para casa, mas sentia que havia uma pessoa andando comigo. Ela falava e eu sentia que não estava mais na terra”.

Nos dias seguintes, ele começou a ler a Bíblia e compará-la com o Alcorão. “Foi ali que descobri o Deus que eu estava tentando encontrar. Este é o verdadeiro Deus. É isso o que eu quero para a minha vida”, comemora.

O pastor Thomas entende que esse testemunho mostra o quanto a igreja carece de obreiros para esse trabalho: “Precisamos de mais pessoas vindo servir a Deus na Europa com os refugiados, para despertá-los e fazer o oposto do que o EI faz”.

Fonte: www.gospelprime.com.br

Obra em igreja que desabou era feita por fiéis voluntários


Trabalho dos bombeiros em Diadema seguia à noite (Foto: Glauco Araújo/G1)


Na semana passada uma pessoa morreu e outras ficaram feridas no desabamento da Igreja Assembleia de Deus na cidade de Diadema, na Grande São Paulo.

Em depoimento à polícia, o pastor responsável pela igreja confessou que as obras de reforma no imóvel eram realizadas por voluntários da igreja, sem a supervisão de um engenheiro.

Ainda segundo o delegado, o pastor também afirmou que sabia que a igreja – no local há mais de 50 anos – não tinha alvará de funcionamento.

O delegado Miguel Ferreira da Silva está responsável pelo caso e afirmou ao G1 que o pastor pode ser indiciado se for comprovado que ele é responsável pelo acidente.

“Só após a conclusão do laudo, que deve sair em cerca de 30 dias, e dos depoimentos saberemos quem é o responsável. Preciso dessas informações para entender completamente a dinâmica do acidente. Alguém pediu a execução do serviço e alguém assumiu a responsabilidade por ele. É preciso investigar para entender as duas figuras”, explicou.

Além do pastor, que não teve o nome divulgado, dois fiscais da Prefeitura de Diadema prestaram depoimento e disseram que em 13 de junho a igreja foi notificada de que era preciso ter o alvará de aprovação e execução da obra.

A polícia trabalha com a suspeita de que a igreja tenta construir uma garagem em baixo do prédio. Vizinhos confirmam que caminhões de terra foram retirados do local, o que pode justificar o desabamento da igreja.

“Só a perícia poderá confirmar se estavam tirando terra do barranco, que em tese seria a estrutura que sustentava a igreja no terreno em declive”, disse o delegado.

“Se os indícios forem comprovados, a polícia pode indiciar o responsável pela obra por crime de desmoronamento qualificado. Qualificado porque houve lesão corporal e morte, e culposo, porque não houve intenção de matar, mas porque serviço foi realizado de forma negligente”, completou.

O advogado da igreja, Kaique Nicolau de Lima, garantiu ao G1 que a obra estava paralisada e que os documentos já estavam sendo preparados para serem entregues na prefeitura. “A obra já estava paralisada há mais de 15 dias. É uma igreja antiga, com mais de 60 anos. A documentação estava sendo agilizada junto à Prefeitura”.

Fonte: www.gospelprime.com.br

“Precisamos promover a solidariedade mundial”, diz pastor sobre refugiados - Gospel Prime


Celebrado no último domingo (20), o ‘Dia Mundial do Refugiado’ foi lembrado pelo pastor e deputado federal Roberto de Lucena (PV – SP), como uma oportunidade para a reflexão sobre a postura dos países ocidentais – em especial, o Brasil – diante da crise migratória, que já deslocou mais de 65 milhões de pessoas até o final de 2015.

A data foi oficialmente instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) no ano 2000, com o propósito de alertar e conscientizar os governos e as populações sobre a crise de refugiados, que se agravou consideravelmente nos últimos dois anos.

“É importante que analisemos a nossa postura diante dos nossos irmãos refugiados. Precisamos promover a tolerância e a solidariedade mundial”, destacou Lucena no Dia Mundial do Refugiado.

O relatório anual do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) – agência da ONU destinada a proteger os refugiados, pessoas deslocadas internamente, reassentados e apátridas – apontou que dos 65,3 milhões de refugiados 3,2 milhões fugiram para países industrializados e estavam aguardando respostas às suas solicitações de asilo.

Ainda conforme os dados divulgados pelo relatório, aproximadamente 21,3 milhões de refugiados se encontravam em outras regiões ao redor do mundo. Cerca de 40,8 milhões foram expulsos de suas próprias terras, porém continuam dentro das fronteiras de seus países. A maioria dos que têm solicitado asilo são de áreas como África, Ásia (incluindo o Oriente Médio) e Caribe.

Contando apenas entre os sírios, desde 2011 até março deste ano (2016), 4.815.868 pessoas acabaram fugindo de seu país, buscando asilo na Turquia, Jordânia, Egito, Iraque e Líbano.

Outros 129.994 refugiados chegaram à Europa pelo mar, só em 2016 e 41% desses migrantes também eram sírios. Este número foi 10 vezes maior que a quantidade de pessoas que fizeram este mesmo tipo de travessia em 2015.
Cenário Nacional

No Brasil, foi criado o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), amparado pela Lei do Refúgio (Lei nº 9.474/97) e presidido pelo Ministério da Justiça.

O CONARE tem como principal objetivo, lidar com as políticas para refugiados no país, especialmente com a integração local dessas pessoas.

Em 2013, a Resolução nº. 17 da CONARE facilitou a entrada de imigrantes no país, autorizando que um visto especial seja emitido para pessoas afetadas pelo conflito na Síria, considerando as graves violações de direitos humanos naquele contexto.

“Vivemos a pior crise humanitária em 70 anos. A cada dia, essas pessoas em todo o mundo demonstram, mais e mais, a coragem em atravessar regiões tomadas por guerras civis, oceanos imensos em embarcações inapropriadas, toda sorte de alterações climáticas e riscos de morte, e são forçadas a deixarem as suas casas e os seus países de origem, em busca de paz para as suas vidas e a de seus familiares. Precisamos nos solidarizar com essas pessoas que são as principais vítimas da maior crise geopolítica mundial desde a 2ª Guerra Mundial”, destacou Lucena.

Dados do último relatório pelo órgão em abril de 2016, atualmente o Brasil possui 8.863 refugiados, de 79 nacionalidades distintas, já reconhecidos e 28,2% desse número são de mulheres.

A maioria dos refugiados tem grupos de pessoas da Síria (2.298), Angola (1.420), Colômbia (1.100), República Democrática do Congo (968) e Palestina (376).
Conscientização

Na semana passada, Lucena esteve no Palácio do Planalto, para se reunir com o presidente da República em exercício, Michel Temer e também com entidades de atuação em nível internacional sobre o tema.

O parlamentar voltou a chamar o governo brasileiro a um maior engajamento nas questões humanitárias internacionais, de forma que os Poderes Executivo e o Legislativo possam se unir e planejar políticas públicas para o acolhimento dos refugiados.

“As guerras internacionais, tanto no Oriente Médio quanto na África, são conflitos devastadores não só para as populações dos países envolvidos diretamente, mas sim para toda a humanidade”, disse Lucena.

“Nós, como povo brasileiro, precisamos promover a união dos povos e estimular a paz. Temos um país de dimensões continentais e somos uma nação pluriétnica de diversas origens e miscigenações. Podemos assisti-los em outros países através de ajuda humanitária, mas não podemos impedir o ingresso dessas pessoas em nosso país, que tanto necessitam de nossa ajuda, dentro de nossa realidade”, finalizou.

Fonte: www.gospelprime.com.br

Padre humilha noiva evangélica e caso vai parar na delegacia - Leiliane Roberta Lopes



O padre da cidade de Eldorado (MS) está sendo acusado de humilhar uma noiva por conta de sua religião. O caso foi parar na delegacia.
De acordo com o G1, uma mulher evangélica de 28 anos foi até a igreja tentar marcar seu casamento. O noivo é católico e o casal teria decidido casar em duas igrejas diferentes.

Mas ao questionar o padre sobre o casamento, ele perguntou sobre a religião da mulher e então passou a atacar sua crença, dizendo que ela frequenta uma seita.

Ao dizer que era da Igreja Evangélica Nova Jerusalém, o padre respondeu dizendo: “credo, isso não é religião”. Muitas pessoas assistiram ao fato ocorrido na manhã do último sábado (18) e mesmo diante de tantas pessoas, o padre continuou a humilhar a evangélica.

Segundo a acusação, feita na delegacia na tarde do último domingo, o padre questionou a origem da religião evangélica e afirmou que se trata de “uma seita com objetivo de lucro, diferentemente da igreja católica”.

Os noivos ficaram assustados com o deboche do padre, e resolveram denunciar por ter acontecido diante de muitas pessoas. O caso foi registrado como escárnio de cerimônia.

Fonte: www.gospelprime.com.br

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Mulheres resgatadas pelo amor de Cristo



Imaginar uma menina crescer sem os pais num país como o Paquistão pode causar certo impacto para quem conhece a realidade dessa nação. As mulheres paquistanesas estão destinadas a viver fechadas dentro de suas próprias casas sob as regras do talibã, o regime que é conhecido pelas leis severas que punem as pessoas que não obedecem à sharia (leis religiosas islâmicas). A população feminina é a mais atingida com as imposições da liderança. Elas devem permanecer debaixo da burca, vestimenta que cobre todo o corpo, inclusive a cabeça, com uma única abertura em tela na altura dos olhos. Além disso, são proibidas de trabalhar, estudar, salvo algumas exceções, como médicas e enfermeiras. Não podem usar cosméticos, rir alto, usar salto, praticar esportes, ouvir músicas, assistir filmes e ainda são humilhadas de várias maneiras.

Mas embora pareça não existir saída para elas, algumas são alcançadas pelo amor de Cristo, através dos trabalhos de evangelização realizados no país. A Portas Abertas também está presente no Paquistão através do projeto Ajuda Emergencial para Mulheres da Igreja Perseguida. Num dos centros para mulheres, está Nazneen*, conhecida pela sua doce voz ao cantar salmos para ajudar as mulheres a dormir e a esquecerem de suas dores e más lembranças do passado. Shereen*, que experimentou pela primeira vez o que é ter amor de mãe e um lugar seguro para viver, depois de ter sofrido vários abusos e ter contraído uma doença sexualmente transmissível, testemunhou: “Minha mãe foi tirada de nós quando eu e minhas irmãs ainda éramos pequenas e ficamos à mercê de tios e primos. Nossas tias fingiam não ver nada”. Embora seja um longo processo, cada uma dessas mulheres recebem tratamento específico, inclusive para suas emoções e vida espiritual.

Entre as atividades realizadas durante o dia, elas fazem bonecas, cartões e vários trabalhos artesanais. Durante as reuniões, ouviram falar de Asia Bibi, uma cristã condenada à morte no Paquistão por blasfêmia e que permanece presa para julgamento. “Essa mulher foi tirada de sua família e obrigada a se separar de suas filhas. Aqui nós aprendemos sobre o poder das orações e sinto que devemos orar por elas”, disse Shereen. Roohi*, que também foi acolhida pelo ministério, está longe de seus filhos, mas disse ter aprendido a orar pela restauração de seu casamento e está determinada a não perder sua família. Agora ela acredita que viver o evangelho pode mudar muitas situações. Apesar de viverem sob os olhares preconceituosos de homens muçulmanos e serem rejeitadas pela sociedade, essas mulheres sabem que há esperanças para quem conhece a Cristo, por isso, elas limparam seus corações de toda amargura e agora seguem para uma nova vida. Em suas orações, interceda por elas.

No Brasil
Se você deseja saber mais sobre os ministérios para mulheres da Portas Abertas, conheça o ministério que atua no Brasil, o Mulheres do Caminho e aproveite para participar do 7º aniversário que vai acontecer nesse sábado.


Fonte: Portas Abertas

Violência toma conta das ruas no Quênia



Aumenta o perigo para os cristãos quenianos que já enfrentavam a violência do Al-Shabaab no país. Recentemente, a população ficou alarmada por causa dos manifestantes e líderes da oposição que atiravam pedras, exigindo a renúncia da Comissão Eleitoral Independente (na sigla inglesa IEBC –Independent Electoral and Boundaries Commission). A polícia queniana teve que usar canhões de água e gás lacrimogêneo para dispersar as pessoas.

As próximas eleições, previstas para 2017, são um desafio para o país que, teve um cenário violento nas últimas escolhas, marcadas por vários incidentes que resultaram na morte de 12 pessoas, sendo 6 policiais. O empenho da população e das forças de segurança pretende evitar que isso ocorra novamente. Em 2013, houve inclusive uma série de atentados na fronteira com a Somália. Os manifestantes estão reivindicando uma Comissão Eleitoral mais íntegra e com a participação de todos os partidos.

Eventos como esse mostram o quanto as pessoas estão vulneráveis no Quênia, o 16º país na Classificação da Perseguição Religiosa. A Anistia Internacional chegou a denunciar os espancamentos brutais por parte das forças de segurança no país. No mês de maio, as imagens de um manifestante sendo capturado e agredido pelas tropas de choque, deixaram a população revoltada. Dá para se ter uma ideia de como os cristãos são tratados no país. Os últimos dois anos apresentaram perseguição aos cristãos por meio de ataques a ônibus, locais de trabalho e até instituições educacionais. Ore por essa nação.

Fonte: Portas Abertas

Governo apoia e financia refugiados cristãos



De acordo com as últimas informações vindas dos Emirados Árabes Unidos, o 47º país da atual Classificação da Perseguição Religiosa, a nação está ganhando fama por apoiar e financiar os cristãos iraquianos que fugiram para a Jordânia. Esse já é o segundo ano consecutivo que o sheik Khalifa bin Zayed al Nahyan, de 62 anos, que está entre os dez monarcas mais ricos do mundo, colaborou financeiramente para que famílias cristãs vivam em casas alugadas em vez de campos de refugiados.

O rei do país anfitrião, o jordaniano Abdullah II Ibn Al Hussein, também disse várias vezes que os cristãos árabes são importantes para o Oriente Médio. A colaboração desses países parece querer demonstrar uma amizade entre cristãos e muçulmanos. Ainda que haja interesses políticos internacionais nessas ações, os gestos amigáveis são muito bem-vindos durante esse momento de tensão entre os diferentes grupos religiosos e, principalmente, para os cristãos que enfrentam uma grande pressão por causa de sua fé.

A Jordânia (27ª da Classificação) tem abrigado grandes grupos de refugiados, principalmente vindos do Iraque e da Síria, motivo pelo qual houve forte desestabilização na economia do país que, por um longo tempo, teve um dos governos mais liberais em termos de religião. Hoje, porém, a perseguição contra os cristãos cresceu bastante, especialmente para os ex-muçulmanos. Em suas orações, interceda pelos cristãos perseguidos dos Emirados Árabes Unidos e da Jordânia.

Fonte: Portas Abertas

Dois cristãos são atropelados e mortos



Recentemente, um líder cristão e um novo convertido foram atropelados por um caminhão que saiu da pista e foi para cima deles, que estavam reunidos com um grupo de pessoas. Os dois morreram na hora. Mais tarde, descobriram que a placa do caminhão mostrava que o veículo pertencia a um militar. Aparentemente, pareceu ser um acidente comum, mas alguns dias antes de sua morte, o pastor havia sido ameaçado por estranhos por causa de sua fé.

Há informações locais de que incidentes desse tipo já ocorreram de forma semelhante, no passado, quando autoridades vietnamitas queriam se livrar de pessoas indesejadas. Não faz muito tempo que o governo recebeu uma advertência da ONU por torturar um ativista cristão e por descumprir as leis de direitos humanos, como mostra a matériaAtivista cristão está sob prisão domiciliar, divulgada recentemente.

O Vietnã está em 20º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa e é um dos 5 países do mundo que ainda é governado por um partido comunista. Não é, nem de longe, um país acolhedor para quem decide seguir os passos de Cristo. A pressão sobre os novos convertidos é intensa, câmeras são instaladas na frente de suas casas e as famílias são instruídas a vigiar seus vizinhos. Aqueles que não relatarem se alguém agiu contra a lei em vigor, é responsabilizado e punido. Logo, as reuniões cristãs estão cada vez mais restritas. Interceda pelos cristãos perseguidos no Vietnã.

Fonte: Portas Abertas

Tentativas de islamizar a Nigéria



O extremismo islâmico é a maior fonte de perseguição aos cristãos na Nigéria, país que ocupa o 12º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa. A perseguição está focada em todos os tipos de cristianismo, principalmente nos Estados do Norte. A sharia (lei islâmica) que julga os nigerianos tem causado muitos conflitos aos não muçulmanos de diferentes grupos religiosos, fazendo minar os direitos humanos fundamentais na maioria dos casos.

A batalha do grupo extremista Boko Haram para islamizar a Nigéria, nação que já sofreu vários golpes de estado, vem sendo travada há tempos, com seus ataques cada vez mais violentos e com o foco principal sempre nos cristãos, principalmente aqueles que eram muçulmanos e se converteram ao cristianismo, porque são vistos como traidores e apóstatas. De acordo com os relatórios mais recentes da Portas Abertas, o parlamento nigeriano está considerando algumas emendas na Constituição, para as questões envolvidas na Corte de Apelação da Sharia que, dentro da estrutura jurídica do país, vem depois da Suprema Corte.

As alterações podem permitir recursos de apelação e supervisão em processos civis e criminais que envolvem questões de direitos pessoais dos islâmicos para determinar penalizações. Se as emendas forem aprovadas, podem prejudicar os cristãos e as demais minorias religiosas, pois não há garantia de que as penas não serão aplicadas para aqueles que não querem ser julgados em tribunais onde a sharia prevalece. Atualmente, os nigerianos têm a opção de serem julgados por cortes islâmicas regidas pela sharia ou não, já que o governo adota o sistema dual: secular e islâmico ao mesmo tempo. Mas as leis que foram inspiradas na vida de Maomé, é um sistema que rege todos os aspectos da vida dos muçulmanos e não caberia se fosse aplicada aos cristãos.


Fonte: Portas Abertas

Cristãos são obrigados a assinar uma petição



Notícias recentes afirmam que alguns cristãos iraquianos que fugiram para Dohuk, nome de uma cidade que em curdo significa “pequena aldeia”, foram obrigados a assinar um documento apoiando que o Curdistão iraquiano se torne um Estado curdo independente. Também conhecido como Grande Curdistão, a região geocultural tem a maior parte de sua população ocupada pelos curdos e suas terras estão divididas entre a Turquia, Irã, Iraque, Síria, Armênia e Geórgia.

Imad Youkhana, um membro cristão do Parlamento Iraquiano, já pediu uma investigação urgente para descobrir quem organizou essa petição, que ameaça enfraquecer ainda mais os acordos de paz existentes entre as diferentes composições da nação iraquiana. Os refugiados cristãos estão vulneráveis e os líderes muçulmanos de grupos extremistas estão se aproveitando para usá-los em seus objetivos políticos, principalmente o Estado Islâmico que tem ocupado várias regiões do Iraque. Ore por essa nação.

Os curdos fazem parte de um grupo étnico que reivindica sua própria nação e, atualmente, são cerca de 26 milhões de pessoas, em sua maioria muçulmanos sunitas. Eles são o maior povo que não possui um Estado no mundo. A petição assinada de maneira forçada pelos cristãos, reivindica a agilidade da liberação de Mossul pelas forças jihadistas, para que seja a capital dentro de uma região autônoma no Curdistão. Vários representantes políticos condenam esse pedido e já denunciaram o desenvolvimento do plano.

Fonte: Portas Abertas

Cristãos em estado de alerta por assassinatos



Posicionado em 35º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa, Bangladesh tem tratado os cristãos com mais hostilidade, a cada dia que passa. Mesmo sendo um país considerado “secular” e tendo como garantia a liberdade religiosa em sua Constituição, o islã é declarado como a religião oficial do Estado e, algumas leis islâmicas que regem o país dão origem a uma perseguição que o governo não assume que existe e que se tornou mais violenta nos últimos anos. Em outubro de 2015, nomes de líderes cristãos estavam em uma lista de ameaças de morte, e já nesse ano, houve uma série de assassinatos.

O mais recente aconteceu na loja de um líder que atuava na região de Bonpara, no estado de Rajshahi, próximo a uma localidade que é apelidada de “Cidade da Seda”. Seu comércio foi invadido e ele foi morto por militantes islâmicos radicais. Além desse incidente, a morte violenta do cristão Habib Halan, amigo do pastor Farouk, deixou os cristãos de Kurigran abalados. Hossain, outro cristão da mesma localidade, foi agredido até a morte enquanto voltava de um passeio matinal. Khoza Samiruddin, de 75 anos, foi assassinado por fundamentalistas islâmicos no dia 6 de janeiro, em plena luz do dia, dentro de uma clínica homeopática, onde estava realizando um tratamento de saúde. Antes de sua morte, ele havia relatado sobre várias ameaças que estava recebendo de extremistas islâmicos por causa de seus trabalhos evangelísticos.

As autoridades governamentais continuam negando que esses assassinatos tenham alguma ligação com o Estado Islâmico, mesmo que o grupo reivindique a responsabilidade de todos eles. O governo prefere culpar os pequenos grupos extremistas ligados à oposição política da atual administração. Enquanto isso, o clima de insegurança aumenta nas igrejas e os cristãos bengaleses pedem orações a todos que fazem parte da família de Deus, que está espalhada em todos os cantos do mundo. Em suas orações, interceda por eles.

Fonte: Portas Abertas

Aumenta a violência e os cristãos estão em alerta



Recentemente, oito policiais à paisana, que estavam em uma van, foram mortos por homens armados não identificados, no sul do Cairo, capital do Egito. No mês passado, um avião da EgyptAir que saiu de Paris com destino ao Cairo, desapareceu dos radares. 


O avião que transportava 66 passageiros caiu no mediterrâneo e, de acordo com a imprensa local, os destroços foram encontrados no mar, a 290 quilômetros ao norte de Alexandria e não houve sobreviventes. 


Há suspeitas de que se trata novamente de um ataque do Estado Islâmico (EI). Os atuais incidentes mostram que a situação política e a segurança no Egito estão precárias. 


O atual governo vem sofrendo um declínio em sua popularidade o que tem feito aumentar sua postura opressiva.
Esta reação por parte dos líderes egípcios afeta muito a igreja no país. Até agora, o presidente Abdul Fatah Khalil Al-Sisi tem recebido apoio dos cristãos em sua administração, mas se houver qualquer levante popular contra o atual regime, a igreja também será alvo de ataques. 


A matéria recentemente publicada Presidente do Egito pede desculpas aos cristãos, mostra que al-Sisi é o primeiro líder político a condenar os ataques violentos de muçulmanos radicais. Enquanto isso, a igreja permanece evangelizando fora dos templos, apesar da insegurança nas ruas. Ore pela igreja no Egito.

É o terceiro acidente que envolve a indústria aérea no Egito, desde outubro do ano passado. O primeiro foi quando um avião russo caiu sobre a Península do Sinai, matando as 224 pessoas que estavam a bordo, em um ataque reivindicado pelo EI. O segundo ocorreu em março, quando uma aeronave da EgyptAirfoi sequestrada por um homem que vestia um colete de explosivos falso, mas ninguém ficou ferido.


Fonte: Portas Abertas