segunda-feira, 23 de julho de 2018

Kleber Lucas toma decisão sobre sua igreja e cala a boca dos críticos


O pastor e cantor gospel Kleber Lucas, inicia mais uma nova etapa em seu ministério pastoral. A Igreja Batista Soul, fundada por ele há quatro anos, tem crescido de maneira significativa, e começa a se expandir para outras regiões do país.

Kleber Lucas irá inaugurar na próxima quinta-feira(19), uma Batista Soul em Manaus( AM). O cantor comunicou em seu Instagram e disse que esse momento estava sendo aguardado desde que começou a Batista Soul no Rio de Janeiro.

A Exemplo de Kleber Lucas, alguns cantores gospel conhecidos nacionalmente também fundaram igreja e são pastores, como; Fernanda Brum,“Ministério Profetizando às Nações”, Cassiane “AD Alpha”, e Luiz Arcanjo, “Sobre as Águas Church”, entre outros.

Porém Kleber sai na frente da maioria dos cantores gospel que abriram igreja, e avança para outras regiões do país. O crescimento de sua Igreja nos últimos anos é notório, e a visão do cantor não é só permanecer no Rio de Janeiro, mas se disseminar para várias regiões do Brasil.

A nova congregação em Manaus ficará na responsabilidade de um casal amigo do cantor, o qual conhece a mais de 15 anos, e são os líderes da Soul naquela cidade. Kleber Lucas disse que estaria eventualmente presencial, e toda semana através de Live, orientando e ministrando para os novos membros.

No seu Instagram Kleber escreveu; “Conheço o João e a Claudia há quase 15 anos. Desde que a Soul começou aqui no Rio nós estamos aguardando esse momento!! Ontem fizemos uma reunião na casa deles e oramos pedindo a Deus que nos oriente nessa jornada.
João e Claudia são lideres da Soul em Manaus e nós( a Dani e eu) estaremos eventualmente presencial e semanalmente sempre numa live especial com vocês queridos que estarão conosco”.

Sempre muito criticado por algumas decisões, o cantor não se deixa levar pelos comentários negativos. Recentemente a Batista Soul promoveu um dia de evangelismo e ação social em uma comunidade do Rio de Janeiro surpreendendo os críticos. Desta vez o cantor surpreendeu pela ousadia e visão de crescimento, comparado com os demais cantores que também fundaram ministérios.

Fonte: O Fuxico Gospel

Kleber Lucas vai de Batman à festa e sua esposa choca com fantasia polêmica - Caio Rangel

O Pastor e cantor gospel Kleber Lucas, e sua esposa Danielle Favatto, participaram na noite do último domingo(22), de uma festa à fantasia. A festa aconteceu em comemoração ao aniversário de uma amiga do casal “Deborah Amancio”.

Kleber foi a festa fantasiado do personagem “Batman”, e sua esposa de “Mulher Gato”. As fotos foram postadas pelo cantor no seu Instagram na manhã desta segunda-feira(23).

A fantasia de sua esposa Danielle, chamou a atenção por alguns acessórios na fantasia, o detalhe marcante foi o chicote que ele usou durante toda a festa.

O cantor gospel aproveitou a festa, e deu uma breve palavra sobre o verdadeiro herói, “Jesus”, que não usou capa e nem mascara, e deu a sua vida para salvar a humanidade.

No post que ele publicou em seu Instagram Kleber escreveu: “Que bom falar do amor do nosso verdadeiro herói no meio da festa
Que bom viver sem máscaras”!

Até o momento nenhuma crítica foi feita ao pastor nas redes sociais, que viajou nesta manhã para um evento na cidade Mocajuba (PA), distante 270 km da capital Belém.

As fotos chamaram a atenção dos internautas, e muitos elogios pela atitude de Kleber em se aproveitar da situação para falar do evangelho em meio a uma festa a fantasia.

Fonte: O Fuxico Gospel

domingo, 22 de julho de 2018

A missionária sueca perseguida no Brasil, internada em hospício e 'esquecida' pela História - Camilla Veras Mota


Direito de imagem'HALLELUJA, BRASILIEN!'/CORTESIA KAJSA NORELLI

Cem anos atrás, Frida desembarcou em Belém do Pará, onde ajudou a construir a Assembleia de Deus, hoje a maior religião pentecostal do país

Frida Maria Strandberg Vingren morreu aos 49 anos, no dia 30 de setembro de 1940, na Suécia, nos braços da filha. Abatida, ela pesava 23 quilos.

No decorrer dos cinco anos anteriores, entre idas e vindas em um hospital psiquiátrico de Estocolmo, a missionária sueca perdera quase 40 quilos. Ela fora internada pela primeira vez no dia 12 de janeiro de 1935, levada da estação central da cidade, quando tentava tomar um trem que a levaria para Portugal - de onde, acredita-se, pegaria um navio de volta para o Brasil.

Casada com o sueco que fundou, em Belém do Pará, a Assembleia de Deus, Frida se tornou uma das mais importantes lideranças da igreja no decorrer dos 15 anos em que esteve no Brasil. Ajudou a construir o ministério no Rio de Janeiro, comandava um jornal e pregava em praça pública.

Suas atribuições – muitas até então reservadas apenas aos homens –, entretanto, desagradaram pastores brasileiros e suecos, fizeram com que ela fosse perseguida e pressionada a voltar a seu país de origem, onde teve um fim trágico.

A história da missionária passou décadas esquecida e, nos últimos anos, vem sendo resgatada tanto na Suécia quanto no Brasil. Foi tema de livro, de tese de doutorado e voltou a alimentar o debate – atual e ainda polêmico – sobre o papel da mulher na Assembleia de Deus, a maior religião pentecostal do país, com 12 milhões de fiéis.
Belém do Pará, onde tudo começou.

Frida embarcou para Belém em 1917, aos 26 anos, enviada pela Igreja Filadélfia, uma denominação pentecostal baseada em Estocolmo.

Veio para juntar-se a Gunnar Vingren, que, sete anos antes, havia fundado a Assembleia de Deus no Brasil. Eles haviam se conhecido naquele mesmo ano, quando o missionário estava na Suécia para arrecadar fundos e visitar a família.

"Ele conta a ela sobre a missão e ela se apaixona pela ideia do Brasil", diz Valéria Vilhena, pesquisadora da Universidade Metodista, que baseou o doutorado na vida da missionária e que lança neste ano um livro sobre sua história.
Direito de imagemACERVO CPAD-CEMP

Gunnar chegou ao Brasil sete anos antes de Frida, em 2010; o casal teve seis filhos

Três meses depois de desembarcar no Norte do país, ela se casa com Gunnar, em uma cerimônia realizada pelo pastor sueco Samuel Nyström, que, ironicamente, se tornaria um de seus maiores antagonistas.

No início, Frida restringe seu trabalho aos serviços sociais da igreja, tradicionalmente entregues às mulheres. Cuidar dos filhos, zelar pelos órfãos, visitar os idosos e os doentes.

A jovem ia com frequência aos centros afastados que isolavam pacientes com hanseníase do restante da população – os chamados leprosários, que surgiram no Brasil naquela época –, diz Kajsa Norell, jornalista sueca autora de Halleljua Brasilien!, lançado em 2011, que conta a história do surgimento da Assembleia de Deus no Brasil.

O marido, missionário "por vocação", na definição de Vilhena, estava constantemente viajando, buscando expandir o trabalho da igreja. A saúde frágil fazia com que ele quase sempre voltasse para casa doente. As particularidades da região que escolheu para pregar não ajudavam: pegou malária diversas vezes.

"Ele ficava muito tempo de cama", diz o sociólogo Gedeon Freire de Alencar, autor de Matriz Pentecostal Brasileira: Assembleias de Deus, 1911-2011 e um dos primeiros a redescobrir a história de Frida, no início dos anos 2000.

Com o tempo, a missionária assume cada vez mais as atribuições de Gunnar em Belém. Talentosa, ela começa a traduzir os hinos da igreja sueca para o português. Canta, toca e começa a pregar.

"Ela transforma os boletins entediantes dos missionários (publicados nos jornais da igreja sueca) em histórias incríveis. Um dos textos conta sobre a prisão que ela visitava toda semana em Belém, que mantinha 200 garotos entre cinco e 20 anos de idade, alguns que estavam ali simplesmente por não terem pai", conta Norell, que passou meses entre os arquivos da Igreja Filadélfia, mantidos em um castelo nas redondezas de Estocolmo.
Direito de imagemACERVO CPAD-CEMP - Frida na escola dominical em que lecionava, em uma prisão no Rio de Janeiro

Frida passa então a bater de frente com o pastor Samuel Nyström – à frente do jornal da Assembleia de Deus, batizado de Boa Semente –, que era radicalmente contra que as mulheres pudessem pregar.

Em sua correspondência com a liderança da igreja na Suécia, Nyström passa a reclamar da missionária em toda oportunidade que lhe aparece. "Nas cartas que escrevia a Lewi Pethrus (uma das maiores figuras do pentecostalismo sueco) o tom é de fofoca mesmo: 'Hoje ela fez isso e isso, ontem foi isso e isso'", afirma Norell.

Em 1924, com quatro filhos, o casal Frida e Gunnar decide então se mudar para o Rio de Janeiro para fundar um novo ministério. "Eles decidem sair de Belém porque a tensão já era insustentável", ressalta Vilhena.
O ministério feminino no Rio de Janeiro

Na capital carioca, Frida expande seu trabalho. Torna-se a primeira mulher da religião a dirigir uma escola bíblica dominical, fundada em uma prisão, e inicia o jornal Som Alegre, através do qual passa a defender o ministério feminino.
Direito de imagemACERVO CPAD-CEMP - No Rio, Frida dá início ao jornal Som Alegre, em contraposição ao Boa Semente, editado pelo pastor Samuel Nyström em Belém

Seus textos citam com frequência trechos da Bíblia que, em sua visão, deixavam claro que as mulheres poderiam pregar, ensinar ou doutrinar.

O comportamento desagrada também pastores brasileiros, incluindo Paulo Leivas Macalão, gaúcho, de família abastada e com tradição militar, que estava à frente da Assembleia de Deus Madureira, hoje uma das maiores do país.

"Parte dos pastores da igreja no Rio de Janeiro já não queria se submeter a sueco pobre e semiletrado. A mulher, muito pior", acrescenta Alencar.

Ele lembra que, no início do século 20, a Suécia era um país pobre, onde a igreja luterana era a religião oficial. Perseguidos, os pentecostais migraram especialmente para os Estados Unidos. Os que vieram para o Brasil escolheram Belém porque, na época, graças à riqueza gerada pela borracha, era uma das cidades mais ricas do país.
A convenção de 1930 e o 'enquadramento'

As tensões culminam na convocação da primeira grande convenção da Assembleia de Deus, realizada no dia 12 de julho de 1930, em Natal (RN).

"O motivo da convocação foi Frida", destaca Isael Araújo, pastor da Assembleia de Deus em Niterói e autor da biografia Frida Vingren, lançada em 2014.

No encontro, os pastores definiram as atividades que poderiam ser desempenhadas pelas mulheres na igreja. Elas não chegaram a ser expressamente proibidas, por exemplo, de pregar - mas a atribuição não estava na lista do que as religiosas "tão somente" poderiam fazer.

"Foi um enquadramento", acrescenta Araújo, que foi chefe do Centro de Estudos do Movimento Pentecostal (CEMP) da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD). Em todo o processo, Gunnar ficou ao lado da esposa e defendeu o ministério feminino, mas foi voto vencido.

Nos meses que se seguiram, a situação ficou pior. Frida usou seu espaço no jornal da Assembleia para desafiar as decisões tomadas na convenção e para pedir que as mulheres não recuassem. "Um dos textos dessa época tinha como título 'Deus nos convoca para a guerra'. Era uma demonstração direta de insubordinação", diz Alencar.
Direito de imagemACERVO CPAD-CEMP - Pressionada, Frida deixa o Brasil em 1932

O clima de conflito fica claro nas cartas trocadas entre os missionários e em outros documentos da época: "Eles (os missionários brasileiros) precisam de homens. De preferência, com as mesmas qualidades de liderança como a de Frida e Adina (Nelson, esposa de Otto Nelson), mas do sexo masculino", escreve o pastor A.P. Franklin no jornal da igreja na Suécia, chamado The Harald.

A situação escalou depois de um suposto caso de adultério de Frida com um brasileiro. Apesar de não haver uma confirmação documental do romance que a missionária teve com o rapaz, bem mais novo que ela, os indícios levam a crer que isso de fato aconteceu.

"Eu realmente acredito que seja verdade", diz Norell, que entrevistou um dos filhos de Frida e algumas de suas netas enquanto escrevia o livro e que identificou o assunto em cartas enviadas à Suécia "por pessoas que não eram hostis a ela".
O pastor que era 'uma mistura de Edir Macedo com Silas Malafaia'

A situação fica insuportável no Brasil e, em de 1932, o casal, que na época tinha seis filhos, decide retornar à Suécia. Antes de partir, contudo, eles perdem a filha mais nova – e Gunnar morre pouco tempo depois de chegar à Europa.

Frida quer retomar a vida de missionária, mas a liderança da igreja no Brasil não aprova seu retorno. Na Suécia, suas aspirações também são tolhidas por Lewi Pethrus, um dos maiores líderes da igreja pentecostal no país.
Direito de imagem'HALLELUJA, BRASILIEN!'/CORTESIA KAJSA NORELL - Frida e Gunnar (esq.) foram casados pelo pastor Samuel Nyström (dir.), que viveu no Brasil com a esposa, Lina (também na foto)

Inimigo poderoso, ele era "mistura de Edir Macedo com Silas Malafaia", define o pastor Araujo. A comparação com o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, denominação neopentecostal, e com o pastor do ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus, dá conta do espírito "empreendedor" de Pethrus e de sua postura muitas vezes polêmica.

Em 1964, Pethrus fundaria o partido democrata-cristão sueco – o Kristdemokraterna (KD) –, de centro-direita.

Diante dos reiterados pedidos de Frida, o líder afirma que seu trabalho no Brasil havia prejudicado a missão e dá-lhe um não definitivo.

Ela levanta então recursos por conta própria e decide ir para Portugal.
O hospício e o esquecimento

Detida na estação de trem de Estocolmo, ela já sai com uma camisa de força em direção ao hospital psiquiátrico.

A igreja lhe tira a guarda dos filhos e doa todos os seus pertences.

Para Kajsa Norell, é difícil dizer se, naquele momento, Frida realmente tinha algum tipo de doença psiquiátrica. "Ela estava esgotada, física e mentalmente, já tinha tido malária no Brasil e, provavelmente, sofria de alguma doença na tireoide".

Em nenhum dos prontuários médicos, contudo, há o diagnóstico de que ela sofria de algum distúrbio mental.

Durante sua pesquisa, a autora percebeu "alguma coisa estranha" nos olhos de Frida. Quanto mais recente a fotografia, mais saltados eles pareciam. A partir dos registros médicos da missionária, especialistas concluíram que ela tinha possivelmente hipertireoidismo – doença que provavelmente a matou.
Direito de imagemACERVO CPAD-CEMP - Frida morreu aos 49 anos

Para o pastor Araújo, o conflito direto com as maiores lideranças da igreja está entre as razões para o 'esquecimento' de Frida. Ele nega que a biografia, publicada pela editora da Assembleia de Deus, seja uma ação de reparação à missionária.

"Gunnar Vingren, o pioneiro da igreja, já tinha uma biografia. A esposa, ainda não. Não quis fazer uma biografia crítica, porque não sou sociólogo", justifica.

Ele diz ter se deparado com a história quando trabalhava no Dicionário do Movimento Pentecostal, em 2007, e viajou à Suécia em 2008. Os diários de Gunnar e parte do acervo que estava com a família, incluindo fotos, hoje se encontram no Brasil.

Na Suécia, a Igreja Filadélfia foi confrontada com a trajetória de Frida quando o livro de Kajsa Norell foi lançado.

"Aquilo era uma novidade completa para nós", diz Gunnar Swahn, que foi secretário de missões da Igreja Filadélfia até recentemente, quando se aposentou. "Foi horrível o que fizeram com ela. Muita gente ficou chocada com a forma como ela foi tratada pelas antigas lideranças".

O livro, ele acrescenta, se soma a outras obras publicadas nos últimos anos na Suécia que revelam traços e atitudes polêmicas de Lewi Pethrus, em relação ao qual a igreja tem hoje uma postura crítica. "Digamos que ele não é idolatrado pelos fiéis, apesar de ainda ser uma figura importante".

Questionado sobre as mulheres, se elas hoje podem ser pastoras, ele se apressa: "Ah, sim! Nós gostamos de pensar que somos uma igreja progressista."
Direito de imagemSIMEON HAGSTRÖM/CORTESIA - A Igreja Filadélfia, que mandou Frida para o Brasil, tem hoje visão bastante crítica em relação a Lewi Pethrus, um dos maiores líderes da denominação e poderoso inimigo da missionária

A BBC News Brasil não teve retorno da Assembleia de Deus Belém sobre o pedido de entrevista e não conseguiu contato com a Assembleia de Deus Madureira, no Rio de Janeiro.
A Assembleia de Deus e as mulheres

As mulheres têm ganhado cada vez mais espaço dentro das Assembleias de Deus no Brasil, diz Alencar. Essa tendência, contudo, é bastante assimétrica nas diferentes regiões do país, justamente pelas características da religião.

Ao contrário da Igreja Católica, bastante hierarquizada, sua estrutura é congregacional. "É como se fosse uma democracia direta", compara o sociólogo. Cada congregação define suas liturgias, "tem lugar que aceita mulher, tem lugar que não aceita".

Em 2005, ele exemplifica, o pastor Manoel Ferreira – filiado ao PSC e presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil - Ministério de Madureira (Conamad) –, ao consagrar Jairo Manhães como pastor, acabou consagrando, sem aviso prévio, sua esposa, Cassiane - "cantora gospel de sucesso e milionária".

Depois disso, afirma Alencar, todas as esposas de pastores do ministério de Madureira também foram ordenadas como pastoras. "Já a minha igreja, a Betesda, consagra pastoras desde 1994", ele acrescenta.

Fonte: BBC News Brasil em São Paulo

terça-feira, 10 de julho de 2018

Tonzão Chagas volta pra igreja

O ex-cantor gospel Tonzão Chagas anunciou hoje (09) que estava voltando para a Igreja. Ele era cantor gospel e foi alvo de muita polêmica após ter sido flagrado por internautas em um baile funk no início desse ano. Sua esposa chegou a afirmar que estava “perplexa” com a situação, e desabafou nas redes sociais, dizendo que o marido, na verdade, nunca foi convertido verdadeiramente a Jesus Cristo, e por isso estava com a fé em cheque.

Tonzão recebe oração do Pr. Márcio Valadão na Lagoinha.

Tonzão veio a público e afirmou na época que estava deixando a carreira gospel, pois não conseguia se desvincular das práticas que fazia antes de ser evangélico. A partir daí começou a frequentar bailes, voltou a cantar funk não-cristão, e chegou até a publicar uma imagem segurando uma arma de fogo.
Ontem (08), no entanto, ele decidiu frequentar a Igreja Batista da Lagoinha em Niterói (RJ), e acabou decidindo que voltaria para a religião evangélica. Disse que se surpreendeu com o acolhimento que obteve na igreja que é liderada por Felippe e Mariana Valadão. Recebeu uma oração especial do Pr. Márcio e de André Valadão e deixou claro que não estava de volta à música gospel por enquanto, pedindo paciência aos seguidores com o que chamou de “cobranças”. O culto que Tonzão participou aconteceu em um estádio de Niterói, e contou com a presença de toda a família Valadão, que comemorava os 5 anos de fundação da Lagoinha Niterói, além do aniversário de Mariana Valadão.

Fonte: Portal do Trono

domingo, 8 de julho de 2018

Luto - Morreu o cantor gospel Feliciano Amaral

A notícia da morte do cantor cristão Feliciano Amaral, na manhã deste sábado (07), veio como um sinal de que o homem conhecido como o “Rouxinol do Sertão” enfim descansou em Deus, após semanas internado na Santa Casa em Rondônia.

A triste notícia, no entanto, parece não haver impactado a grande maioria dos artista gospel contemporâneos. Apenas alguns veteranos tiveram a hombridade de reverenciar aquele que veio bem antes destes que ai estão, em um tempo em que a música gospel ainda se chamava “Cristã”, e os valores eram bem diferentes do que vemos atualmente.

Feliciano Amaral não foi apenas um cantor de música cristã, ele foi talvez, um dos mais importantes dos últimos 100 anos.

Pastor Feliciano Amaral

De sua geração surgiram nomes como; Luiz de Carvalho, Jair Pires, Vitorino Silva, Ozeias de Paula, Edgar Martins, e Creuza de Oliveira.
Na página oficial no Facebook, que era usada para divulgar sobre o estado de saúde do cantor, a famiília escreveu o seguinte texto:

“Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé”…

TRIBUTO A UM SACERDOTE

Às 6:30 de hoje, aos 97 anos, foi promovido à glória o cantor e pastor FELICIANO AMARAL. Começou as atividades como cantor evangélico em 1948, com a gravação do 1ºdisco de 78 rpm do catálogo da gravadora Atlas, ligada à Convenção Batista Brasileira. Este é um dos primeiros registros sonoros de música evangélica do País. O cantor Feliciano Amaral, conhecido como “ROUXINOL DO SERTÃO”, após 70 anos de ministério no louvor e adoração, silencia sua melodiosa voz aqui na terra , e entra no repouso dos santos, onde a eternidade o aguarda para o compor o coral dos santos imortais que pelos séculos dos séculos entoarão os cânticos de Sião. Seus olhos se fecham aqui, mas os louvores que alimentaram os famintos de alma, consolaram os abatidos e edificaram a fé inabalável firmada na Palavra de Deus , perpetuam o legado e história deste sacerdote do louvor.
Deus console os familiares queridos e à todos os amigos e irmãos !

Pela Assembleia de Deus Tradicional no Amazonas/CEADTAM

Pr. Gedeão Menezes”

Ainda não foram divulgadas informações sobre o sepultamento do corpo do pastor e cantor cristão Feliciano Amaral. Em breve publicaremos mais informações.

Fonte: ofuxicogospel

terça-feira, 26 de junho de 2018

Ana Paula Valadão revela grave crise financeira do Diante do Trono - Tadeu Ribeiro


O ministério Diante do Trono esteve ministrando neste último fim de semana em Cuiabá (MT), em uma edição regional de seu Congresso Diante do Trono. Ana Paula Valadão cantou diversas músicas do grupo, trouxe palavras e ministrações, e compartilhou com todos um momento especial e marcante na sua vida e para o próprio DT: uma forte crise financeira.


Ana Paula Valadão comenta sobre crise financeira no Diante do Trono.

O vídeo com o momento do testemunho estava no ar até a noite de ontem (25) no Youtube, mas foi bloqueado por conta de direitos autorais. O Portal do Trono, no entanto, teve acesso ao material e assistiu antes que ele saísse da plataforma. Ana Paula Valadão contou que a administração do ministério estava, há um tempo atrás, nas mãos de uma só pessoa que era de sua confiança, mas que isso acabou gerando um problema gigante. Foi descoberto que o Diante do Trono estava com muitas dívidas com a Receita Federal do Brasil, por conta de tributos não pagos regularmente. O montante, segundo Ana Paula, chegou a um patamar impagável.

A líder do Diante do Trono compartilhou com os presentes que a culpa de tudo recaiu em cima dela, já que tinha deixado tudo a cargo de uma única pessoa, confiando em seu trabalho. E se desesperou quando percebeu que o ministério não tinha como quitar suas dívidas com o fisco. Depois de tanto orar, Ana Paula Valadão viu no Refiz 2017, um programa de perdão de dívidas tributárias do Governo Federal para empresas, uma oportunidade de ficar em dia com a Receita Federal, e por isso tentou um acordo.

Seria dada uma entrada, e o restante seria dividido em vários anos, com parcelas que o Diante do Trono poderia arcar, ganhando para isso um desconto de quase metade do valor total devido. Mas o problema é que o grupo não tinha sequer o dinheiro dessa entrada. E foi aí que houve um certo desespero, o que fez com que Ana Paula gritasse pedindo a ajuda de Deus para resolver o problema.

Cerca de 3 dias após ela clamar a Deus com fervor, um devedor do Diante do Trono repassou ao grupo um dinheiro que estava para ser recebido, que serviu, finalmente, para pagar o valor da entrada na renegociação da dívida fiscal, pondo fim ao problema.

O Portal do Trono buscou junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª região, e descobriu que a Receita Federal já estava executando o Diante do Trono pela dívida, que segundo consta, é de natureza previdenciária. A última movimentação do processo foi há cerca de 1 ano atrás, dia 28/07/2017, onde foi determinado pelo juiz Luiz Cláudio Lima Viana, da 2ª Vara Federal de Belo Horizonte, a suspensão do processo a pedido das partes, tendo em vista que haviam chegado a um acordo de parcelamento. Que, como se percebe, restou bem sucedido, segundo a líder do ministério.

Tempos atrás, Ana Paula Valadão já havia aberto seu coração, afirmando que o Diante do Trono estava com problemas financeiros. Ela contou que seus bens pessoais foram vendidos para manter projetos missionários que o grupo tenta manter, como o da Índia, por exemplo. Para isso, foi criado um site para arrecadar fundos, o Missão DT.


Fonte: portaldt.com

Daniela Araújo rejeita vitimismo, admite erros e projeta recomeço: “Não é bom ter vida dupla” - Thiago Chagas

Fernanda Brum insiste em não fazer tratamento contra doença diagnosticada em 2017


A cantora gospel e pastora evangélica Fernanda Brum, anunciou em Novembro de 2017 que daria uma pequena pausa em sua agenda, para descansar um pouco e tratar de uma doença que havia sido
diagnosticada havia pouco tempo.

A artista ficou de licença médica, depois que os médicos a orientaram a parar por uns dias, devido a “Estafa”, uma doença que causa desânimo sem explicação aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar aquela atividade de que tanto gosta e uma vontade enorme de ir embora logo após chegar ao trabalho.

Ela ficou ausente por alguns dias, depois voltou dizendo que não havia dito nada sobre a pausa na carreira para descansar, desmentindo os principais sites especializados em notícias gospel, que haviam publicado a notícia baseados em sua própria Nota, [Bem ela!] mas enfim… O fato é que, mesmo diagnosticada com a doença, Fernanda Brum segue uma rotina bem agitada.

Longas viagens como a que fez recentemente com uma caravana para Israel, congressos, agendas, cultos constantes em sua igreja, a IPAN (Igreja Profetizando as Nações), sem contar as atividades que não são divulgadas nas redes sociais, como; estudo, leituras e etc.

Vale lembrar que a cantora tem filhos, marido e 41 anos de idade, e ainda sobra um tempinho para trabalhar o próximo disco.

+ A decisão de Cassiane e Fernanda Brum que pode custar suas carreiras na música gospel

Segundo os médicos, a estafa não tratada pode se transformar em vários problemas de saúde considerados mais graves. É comum ver a evolução do quadro para problemas intestinais (diarreia ou constipação), queda de cabelo, hipertensão arterial, crises de ansiedade ou pânico, gastrites, úlceras, arritmia e até infartos. O acúmulo da tensão e do cansaço força o organismo a trabalhar cada vez mais sobre pressão, sobrecarregando várias das nossas funções corporais.

Fonte: O Fuxico Gospel

terça-feira, 22 de maio de 2018

Fábio de Melo se junta a Kleber Lucas para apoiar centro de religião afro


O padre Fábio de Melo procurou um dos mais importantes líderes religiosos afro-brasileiros, o babalaô Ivanir dos Santos, para se desculpar. No mês passado, viralizou um vídeoonde o católico falava que os cristãos não deviam ter medo de “macumba”, pois o poder de Deus era maior.

Acabou sendo notificado extrajudicialmente pelo advogado Ricardo Brajterman, em nome do babalaô. Acusado de intolerância religiosa após O Globo ter dado grande repercussão ao caso, o padre acabou recuando.

“Que bom que eu pude errar em um momento em que eu posso aprender. É muito desagradável a gente desmerecer quem quer que seja. Tenho pavor de me sentir melhor do que outra pessoa. Tenho o direito de acreditar de forma completamente diferente, mas não o de escarnecer do que para outra pessoa é sagrado”, afirmou.


Fábio de Melo e Ivanir dos Santos juntaram-se a Kleber Lucas, cantor e pastor da Igreja Batista Soul, na manhã deste domingo (2) no Rio de Janeiro para uma visita ao Centro Espírita Caboclo Pena Branca, em Nova Iguaçu, que foi invadido e vandalizado recentemente.

Lucas e Melo, que são amigos de longa data, se comprometeram a participar da Caminhada em


Defesa da Liberdade Religiosa, programada para ocorrer em 6 de setembro.

“Hoje demos um passo histórico, começando a construir uma nova possibilidade de diálogo. Vivemos em uma sociedade tão conflagrada pelo ódio, pelo racismo, misoginia, homofobia, mas estamos aqui

dizendo que é possível trilhar um novo caminho pelo diálogo”, comemorou Ivanir dos Santos.

O padre diz que o episódio o fez pensar melhor sobre o uso da linguagem e afirma que passará a lutar com a intolerância. Curiosamente, ele não conseguiu retirar o vídeo do sermão que gerou tanta polêmica. Ele foi postado pela fanpage “Frases Padre Fabio de Melo”, mas que não é controlada por ele. O Facebook não atendeu o seu pedido para que material saia do ar.


Ao que parece, ao contrário dele, os fãs do padre que publicaram o sermão não mudam de ideia tão facilmente. Com informações de O Globo.

Fonte: Gospel Prime

Novela da Globo mostra família evangélica com filhas lésbica e prostituta



A novela Segundo Sol desde que estreou, na última segunda-feira (14), vem registrando índices abaixo de sua antecessora “O Outro Lado do Paraíso”. O folhetim de João Emanuel Carneiro, que se passa na Bahia, terá muitas cenas falando da influência dos orixás. Ao mesmo tempo, tenta desconstruir a imagem comum da família evangélica, mostrando que duas filhas “perdidas”.

O casal formado por Roberto Bonfim (Agenor) e Kelzy Ecard (Nice) vivem às turras, sendo ele um marido abusivo, que trata a mulher como empregada. Além disso, eles são os pais de Rosa (Letícia Colin) e Maura (Nanda Costa).

De acordo com o TV Foco, cada uma das filhas esconde um segredo que posteriormente na trama gerarão um grande “choque”. A mais velha, Maura, terá um relacionamento lésbico com Selma (Carol Fazu), que é casada com um homem.


Sua irmã, Rosa, é prostituta, mas esconde a profissão, dizendo ser telefonista em um call center, quando na verdade trabalha em um site de leilões sexuais.

A maneira grosseira como o pai trata a mulher revoltará a personagem de Nanda Costa, que evitará o relacionamento com homens.


Na cena que vai ao ar no próximo sábado (28), Agenor ameaça dar um “corretivo”, em Rosa, a quem considera insubmissa. “Você é que não vai arrumar marido com essa vida que leva! Se embuchar vou logo avisando que nessa casa não fica”, ameaça. “E se Maura, sua queridinha pegasse uma barriga, ia botar ela pra fora também?”, questiona a mais nova, que começará a fazer programa.

O pai suspeita de algo e afirma: “Queria entender que diabo de trabalho de telefonista é esse que cada dia chega numa hora”. A resposta da filha é evasiva: “É por isso mesmo que me pagam bem. Faço plantão pra ganhar mais”.

Seja na ficção, nos humorísticos ou em programas como “Encontro”, a tônica da Globo vem sempre tentando colocar o cristianismo sob uma luz ruim, tratando-o como atrasado, intolerante e merecedor de chacota.

Historicamente a emissora propaga o espiritismo como bom e agradável e na preparação para Segundo Sol, os atores tiveram uma palestra com Bruno Balthazar, que associou cada personagem ao seu respectivo orixá, conforme anunciou o site da Globo.


Vivendo Roberval no folhetim, o ator Fabrício Boliveira disse que a dupla personalidade dos personagens vai ser notório no decorrer da história.

“Não teremos vilões ou mocinhos. Teremos pessoas de caráter duvidoso, mas todas têm seus momentos de bondade. É uma trama para refletir sobre preconceitos e sobre escolhas”, explicou o baiano, afirmando que isso tem a ver com a cosmovisão das religiões afro, onde uma entidade pode ser ao mesmo tempo boa e má.

Fonte: Gospel Prime

Pastor é preso após chamar gays de pervertidos - Jarbas Aragão

O pastor Oscar Bougardt, líder da Igreja Calvary Hope, na Cidade do Cabo, África do Sul, foi sentenciado a 30 dias de prisão e multa de 500 mil rands, cerca de 140 mil reais. O motivo são seus comentários públicos sobre o comportamento homossexual. O Tribunal da Igualdade na Cidade do Cabo, presidido pelo juiz Lee Bozalek, considerou que ele cometeu “desacato ao tribunal” após ter ignorado a ordem judicial que o proibia de fazer comentários antigays. No entendimento de Bozalek, os comentários de Bougardt “instilavam o ódio e eram claramente discriminatórios”. O pastor já havia sido processado pela Comissão de Direitos Humanos da África do Sul em 2014, após ter feito declarações antiLGBT. Na ocasião, não cumpriu pena por ter assinado um acordo, onde se comprometia a parar de fazer comentários considerados “homofóbicos”. Como ele recentemente disse que os gays são “pervertidos” e defendeu a criminalização de suas práticas, o entendimento da corte é que ele violou o acordo. As declarações do líder religioso foram feitas quando Bougardt comentava sobre a seca que afeta a Cidade do Cabo nos últimos 3 anos. Ele a atribuiu à “maldade crescente, a homossexualidade, além dos líderes de igrejas que não pregam a Bíblia e nem condenam a abominação sodomita”. Em janeiro de 2017, Bougardt disse em uma entrevista ao canal News24: “Por que devemos ser tolerantes com seu estilo de vida criminoso? Eu estou dizendo isso porque está provado que 99% dos pedófilos têm estilo de vida homossexual”. Por causa disso, Bozalek reabriu o processo contra Bougardt e disse que o pastor devia saber que haveria consequências legais se insistisse na sua postura. Na sentença o juiz afirmou que: “Essas declarações não apenas desumanizam gays e lésbicas, mas também promovem o ódio contra eles, sugerindo o apedrejamento”. A África do Sul é o único país africano que permite casamento entre pessoas do mesmo sexo. Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Cresce o número de igrejas evangélicas que celebram festas judaicas - Jarbas Aragão


A noite de Rosh Hashaná, que marca o início de um novo ano no calendário judaico, ocorre dia 20 de setembro. Dez dias depois, judeus de todo o mundo começarão um jejum e se reunirão para orar, pedindo perdão coletivo de seus pecados. Trata-se do Yom Kippur, ou Dia do Perdão.

Em ambas as ocasiões, cristãos de diferentes igrejas estarão louvando a Jesus Cristo e orando pelo seu retorno. Eles não são judeus convertidos, mas fazem parte do crescente número de fiéis que tem optado em seguir o calendário bíblico. Afinal, as duas celebrações são descritas no livro de Levítico, parte do Antigo Testamento na Bíblia.



A Igreja Viva de Deus, nos Estados Unidos, é uma das igrejas que comemoram as datas, com direito a toque de shofar e danças. “Não estamos tentando ser judeus”, explica o pastor Dexter Wakefield, líder da igreja-sede. “Estamos apenas obedecendo aos mandamentos de Deus. Esses dias sagrados têm um grande significado para os cristãos que os observam”, acredita.

Na igreja de Wakefield, que possui mais de 10 mil membros, festas ‘cristãs’ que possuem origem pagã são ignoradas, pois não são explicitadas na Bíblia. O maior exemplo disso é o Natal. Sua ênfase está nas cinco festas instruídas por Deus: Rosh Hashaná [Trombetas], Yom Kipur, Sukkot [Tabernáculos], Pessach [Páscoa] e Shavuot [Pentecostes].

A igreja Igreja Viva de Deus tem quase 400 igrejas, espalhadas por seis continentes, mas a maioria delas fica em solo americano. Mas eles não são os únicos a terem o entendimento de que a Palavra deveria ter maior peso na igreja que a tradição. Já existem várias igrejas ensinando isso no Brasil também.



“Estes dias foram claramente ordenados no Antigo Testamento, e sua observância por Cristo e os apóstolos no Novo Testamento certamente os liga à Igreja Cristã”, escreveu o fundador da Igreja Viva de Deus, Roderick Meredith. “Os verdadeiros cristãos devem celebrar os dias sagrados que Deus separou. E devemos seguir o exemplo de Jesus e os Apóstolos originais ao fazê-lo”.

Além de terem um significado histórico para os judeus, eles refletem o que os teólogos chamam de datas proféticas, que revelam aspectos da vinda de Jesus e anunciam sua volta, para governar o mundo.



Por exemplo, o Rosh Hashaná, também conhecido como Festa de Trombetas, marcaria o dia em que Jesus aparecerá novamente, ao som das trombetas. Yom Kippur, traduzido como o Dia da Expiação, marca o dia em que Satanás finalmente será derrotado.

Para pastores como Wakefield, não faz sentido os líderes evangélicos os criticarem por fazer algo que está em livro da “antiga aliança” como Levítico, mas recorrerem a ele para defenderem sua posição sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo. Além disso, não há evangélicos que ensinem que os Dez Mandamentos perderam sua validade, embora também sejam da “antiga aliança ou testamento”.

“Muitos cristãos ainda pensam que as práticas do judaísmo são mais autênticas, por serem mais antigas, mais próximas da vontade de Deus do que os ensinamentos que muitas igrejas fazem nos tempos modernos”, disse Jon Levenson, professor de Antigo Testamento na Harvard Divinity School.



“Há essa noção de que a tradição da igreja se afastou muito da verdadeira palavra de Deus e que, de alguma forma os judeus e a Bíblia estão mais próximos da verdadeira Palavra de Deus, e devíamos manter essas práticas”.

A igreja do pastor Dexter Wakefield acredita que comemorar o Rosh Hashaná é mais do que tentar uma volta aos tempos antigos. Trata-se de lembrar da redenção iminente do mundo através de Jesus, no Arrebatamento.

“Podemos imaginar um grande alarido de trombeta, literalmente, sacudindo a Terra para anunciar o retorno de Cristo como Rei dos Reis. Podemos imaginar os verdadeiros santos de Deus subindo para encontrar-se com Cristo no ar, para juntar-se para sempre ao seu Salvador. Todas estas coisas serão anunciadas pela sétima trombeta!”, diz o material distribuído pela igreja.

Fonte: gospel prime

Papa Francisco condena perseguição contra muçulmanos -Jarbas Aragão


O papa Francisco fez neste domingo (27), seu tradicional sermão na Praça de São Pedro. Ele condenou a perseguição da minoria muçulmana Rohingya, em Myanmar, sul da Ásia. Também disse que reza para que eles tenham “direitos completos”, aproveitando para pedir que os fiéis também rezem para que eles recebam ajuda.

Myanmar vive um violento conflito interno e milhares de membros da etnia Rohingya tentam fugir para Bangladesh, país vizinho de maioria islâmica. Na semana passada, um grupo de militantes Rohingya atacou policiais e postos da fronteira. Oitenta e nove deles foram mortos pela polícia.

“Tristes notícias chegaram sobre a perseguição da minoria religiosa dos nossos irmãos rohingyas”, comentou Francisco durante o Angelus do domingo. Myanmar é majoritariamente budista e vem testemunhado seguidas denúncias de monges que consideram os muçulmanos como uma ameaça.

“Gostaria de mostrar toda minha compaixão para com eles… É gente boa, gente pacífica. Não são cristãos, são bons, são irmãos e irmãs nossos! Há anos sofrem. Foram torturados, mortos, simplesmente porque levam em frente as suas tradições, a sua fé muçulmana”, asseverou o pontífice.

Um bispo de Myanmar disse recentemente que é “muito provável” que o Papa visite o país, mas o Vaticano não confirma, embora avise que haja essa possibilidade.

Não causa estranheza que Franciscochame islâmicos de “irmãos”embora alguns líderes católicos já o tenham criticado por isso. A rapidez com que o papa se manifestou sobre os conflitos em Myanmar, ocorridos há poucos dias, contrasta com o longo tempo que ele demorou para denunciar as perseguições a cristãos pelo Estado Islâmico no Oriente Médio nos últimos anos.

Após ser ameaçado pelo EI na quinta-feira (24), ele preferiu manter-se em silêncio sobre o tema.
Fonte: gospel prime