Um grupo ativista cristão que realiza um combate asdrogas, foi impedido de limpar os campos de papoula no estado de Kachin, capital de Mianmar. Mesmo que a papoula seja uma planta medicinal conhecida para obter a morfina, ela também produz o ópio, que é muito usado como entorpecente, tanto isolado quanto em conjunto com a maconha. As informações são da UCA News.
Para exemplificar essa questão, vejamos que no Brasil, a venda da papoula é controlada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por meio de uma resolução de 2002. O grupo ativista que tentou exterminar com a plantação das flores em Mianmar abandonou o objetivo por falta de segurança.
"O país está em segundo lugar como maior produtor mundial de ópio, vindo depois do Afeganistão. O cultivo de papoulas é um grande desafio para as autoridades de Mianmar, uma vez que traz até 15 vezes mais lucro do que as culturas normais. Então, existe aí uma grande quantidade de dinheiro em jogo, e lutar contra os produtores é algo perigoso, principalmente depois que um membro de um grupo militante foi morto em janeiro", pontuou um dos analistas de perseguição.
Pausa no trabalho
Ainda de acordo com o analista, esse grupo cristão anunciou uma parada oficial de sua luta na tentativa de erradicar o problema das drogas no país. "Durante alguns confrontos, 30 membros desse grupo já foram feridos por granadas lançadas pelos produtores contra eles", diz o analista.
Mianmar, o 23º país da atual Classificação da Perseguição Religiosa, está entre os que tratam os cristãos com mais violência. Mas a igreja birmanesa continua lutando para se manter em pé, apesar de tudo e tem esperança de que com as mudanças políticas possa caminhar para a liberdade religiosa no país. Fonte:www.guiame.com.br
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Ex-lider do Ministério de louvor Hillsong, Darlene Zschech após vitória contra o câncer
Das dificuldades, batalhas e incertezas da vida, sem dúvidas, a luta contra o câncer - de qualquer tipo - pode ser listada como um bom exemplo de provação. Recentemente, a líder de louvor e compositora Darlene Zschech compartilhou mais de seu testemunho sobre a vitória contra a enfermidade e afirmou que é essencial manter o pensamento e a fé firmes em Deus.
Segundo seu relato, quando ela foi diagnosticada com câncer de mama em 11 de Dezembro de 2013, foi exatamente isso o que Darlene decidiu fazer: confiar em Deus. Com isso, a ex-líder do Ministério de Louvor Hillsong sentiu-se "protegida", em meio a toda a sua dor.
"O câncer de mama marcou um novo nível de sofrimento profundo. Minha teologia passou por uma peneira. Eu tive que me debruçar sobre toda Escritura que conhecia como verdade sobre a providência de Deus e entender que não era desejo de Deus que eu ou minha família estivéssemos sofrendo. Ver seus filhos na dor, dói nEle também", escreveu ela em um artigo para o site Charisma News.
"Confiar plenamente em Deus durante os tempos de imensa dor é um dos grandes presentes de uma provação. Você encontra o belo Espírito Santo lá, não importa o quão quebrado, o quão decepcionado você esteja ou o quão desesperada você se sinta".
Zschech celebra sua vitória contra o câncer, mas também afirma que seu coração ainda dói pelas pessoas de todo o mundo que estão enfrentando a perseguição, enfermidades e a pobreza. Ela espera que todas essas pessoas consigam olhar para o Redentor "para que sejam guiados e sintam o amor de Deus", como ela sentiu.
Autora do best-seller "A dor Muda Tudo: Experimente a Presença de Deus em Cada Momento da Vida", Darlene acrescenta que há pessoas más neste mundo que vão fazer de tudo para diminuir o valor e o potencial dos cristãos, buscando nada mais do que ver os filhos de Deus vivem com medo, intimidados e oprimidos.
"Por isso é fundamental lembrar-se da obra completa da cruz, quando o mal tenta pressionar de todos os lados", explica ela. "Seja qual for a situação em que se encontra, saiba disso: Deus está presente. Adore-O, reconhecendo Sua grandeza, mesmo em momentos de grande dor, e você vai descobrir que Sua graça e poder são suficientes".
Fonte: www.guiame.com.br
Ex-lider-do-ministerio-de-louvor.html?m=1
O problema do Brasil somos nós; os políticos e a corrupção são consequência - Renato Cavallera
Ok, o impeachmentda Dilma por “corrupção” avançou. E ai, e agora? O que muda no Brasil?
Vai entrar o Temer de presidente e o Cunha de vice (na prática). Vão entrar com pedido de impeachment contra eles também por todos os crimes que eles estão respondendo? Sinceramente nem sei se valeria a pena, pois com isso o presidente do Brasil seria o Renan Calheiros (!!!) acusado de ainda mais corrupção que todos os citados anteriormente juntos.
Então já que está tudo podre vamos fazer novas eleições? Seria o correto, mas aí é grande a chance do povo eleger outros corruptos como Lula ou Aécio, ou uns despreparados como Bolsonaro ou alguma estrela de TV.
A solução é reconhecermos que o problema não é a corrupção e menos ainda os políticos. O problema somos nós! Quem coloca os políticos em Brasília somos nós! Quem deixa eles fazerem o que querem somos nós!
Está mais do que na hora de nos olharmos no espelho. Esses políticos todos estão lá porque foram eleitos e autorizados pelo povo. E não adianta dizer que não votou em determinado político e por isso não tem nada a ver com isso. Ser um observador passivo que acompanha política apenas vendo Jornal Nacional te faz tão cúmplice do problema quanto quem elegeu diretamente esses políticos. Responda para si, sem pesquisar no Google, essas três perguntinhas abaixo e perceba se você é massa de manobra ou um dos poucos que fazem a diferença:
Quando foi a última vez que você procurou saber sobre os projetos, discursos e atitudes sobre o deputado que você votou nas últimas eleições?
Você sabe o que são pedaladas fiscais? Sabe sobre o que exatamente a Lava Jato investiga?
O que são e como são pagas as contas públicas do governo?
Sabe porque os deputados fazem tantas coisas escondidas e assim conseguem tantas coisas? Porque além do povo não correr atrás para saber o que cada político faz, o povo sequer entende direito o que um político eleito faz, e como faz.
A política, a economia e tudo sobre os Três Poderes deveriam ser matéria obrigatória no currículo escolar, porém enquanto isso não acontece, é dever de todo o brasileiro buscar entender, pesquisar e principalmente repassar o conhecimento sobre política para seus amigos, vizinhos, familiares e principalmente filhos, para que no futuro deixemos de ficar à mercê de aproveitadores e passemos a desfrutar e apreciar os benefícios que bons políticos possam trazer para nossa vida um dia.
Num futuro próximo quando seus filhos te perguntarem “por quê esses políticos todos comandaram o Brasil e fizeram todas essas coisas horríveis?”, não responda com o jargão que “todo o político é corrupto”, apenas diga a verdade óbvia: “eles fizeram isso tudo porque nós os elegemos”.
Assim quem sabe, aprendendo com o nosso erro, nossos filhos tenham um futuro melhor não deixando canalhas comandarem o Brasil, como nós estamos deixando. Fonte: www.gospelmais.com.br
O-problema-do-brasil-somos-nos-os.html?m=1
Vai entrar o Temer de presidente e o Cunha de vice (na prática). Vão entrar com pedido de impeachment contra eles também por todos os crimes que eles estão respondendo? Sinceramente nem sei se valeria a pena, pois com isso o presidente do Brasil seria o Renan Calheiros (!!!) acusado de ainda mais corrupção que todos os citados anteriormente juntos.
Então já que está tudo podre vamos fazer novas eleições? Seria o correto, mas aí é grande a chance do povo eleger outros corruptos como Lula ou Aécio, ou uns despreparados como Bolsonaro ou alguma estrela de TV.
A solução é reconhecermos que o problema não é a corrupção e menos ainda os políticos. O problema somos nós! Quem coloca os políticos em Brasília somos nós! Quem deixa eles fazerem o que querem somos nós!
Está mais do que na hora de nos olharmos no espelho. Esses políticos todos estão lá porque foram eleitos e autorizados pelo povo. E não adianta dizer que não votou em determinado político e por isso não tem nada a ver com isso. Ser um observador passivo que acompanha política apenas vendo Jornal Nacional te faz tão cúmplice do problema quanto quem elegeu diretamente esses políticos. Responda para si, sem pesquisar no Google, essas três perguntinhas abaixo e perceba se você é massa de manobra ou um dos poucos que fazem a diferença:
Quando foi a última vez que você procurou saber sobre os projetos, discursos e atitudes sobre o deputado que você votou nas últimas eleições?
Você sabe o que são pedaladas fiscais? Sabe sobre o que exatamente a Lava Jato investiga?
O que são e como são pagas as contas públicas do governo?
Sabe porque os deputados fazem tantas coisas escondidas e assim conseguem tantas coisas? Porque além do povo não correr atrás para saber o que cada político faz, o povo sequer entende direito o que um político eleito faz, e como faz.
A política, a economia e tudo sobre os Três Poderes deveriam ser matéria obrigatória no currículo escolar, porém enquanto isso não acontece, é dever de todo o brasileiro buscar entender, pesquisar e principalmente repassar o conhecimento sobre política para seus amigos, vizinhos, familiares e principalmente filhos, para que no futuro deixemos de ficar à mercê de aproveitadores e passemos a desfrutar e apreciar os benefícios que bons políticos possam trazer para nossa vida um dia.
Num futuro próximo quando seus filhos te perguntarem “por quê esses políticos todos comandaram o Brasil e fizeram todas essas coisas horríveis?”, não responda com o jargão que “todo o político é corrupto”, apenas diga a verdade óbvia: “eles fizeram isso tudo porque nós os elegemos”.
Assim quem sabe, aprendendo com o nosso erro, nossos filhos tenham um futuro melhor não deixando canalhas comandarem o Brasil, como nós estamos deixando. Fonte: www.gospelmais.com.br
O-problema-do-brasil-somos-nos-os.html?m=1
domingo, 24 de abril de 2016
Instrutora fitness cristã é assassinada em igreja no Texas
Uma mulher cristã foi morta em uma igreja no Texas na última segunda-feira (18) pela manhã por um homem vestido como “SWAT”. Terri (Missy) Bevers, uma instrutora de fitness, foi encontrada morta por volta das 5h por pessoas que iriam participar de sua aula fitness do “Acampamento Gladiador” da Igreja Creekside de Cristo. As informações são do Departamento de Polícia de Midloathian.
Um homem com um capacete, luvas e colete com a expressão "Policia" escrita nele foi registrado na câmera de filmagem no interior da igreja, de acordo com o chefe de polícia Carl Smith. "Sua intenção era parecida com a de um policial", disse Smith. Não há imagens do ataque em si.
Detetives disseram que não viram uma arma na suspeita no vídeo, além de uma ferramenta que ele usou para quebrar janelas. "Ela realmente foiencontrada morta por um dos participantes do acampamento que chegou lá um pouco mais cedo e esperou fora por um tempo até que outros chegaram lá", disse o porta-voz da polícia, o Capitão John Spann.
"Eles foram no edifício onde ela se localiza". O motivo para seu assassinato não é conhecido. "Estamos explorando todas as possibilidades", disse Smith em uma entrevista coletiva. "Certamente é uma ocorrência estranha para uma igreja logo de manhã", disse ele. "Parece ser uma estranha situação aleatória".
Bevers foi descrita por um amigo para WFAA.com como "uma mulher de Deus, que amava o marido, filhos e amigos". Fonte: www.guiame.com.br
Um homem com um capacete, luvas e colete com a expressão "Policia" escrita nele foi registrado na câmera de filmagem no interior da igreja, de acordo com o chefe de polícia Carl Smith. "Sua intenção era parecida com a de um policial", disse Smith. Não há imagens do ataque em si.
Detetives disseram que não viram uma arma na suspeita no vídeo, além de uma ferramenta que ele usou para quebrar janelas. "Ela realmente foiencontrada morta por um dos participantes do acampamento que chegou lá um pouco mais cedo e esperou fora por um tempo até que outros chegaram lá", disse o porta-voz da polícia, o Capitão John Spann.
"Eles foram no edifício onde ela se localiza". O motivo para seu assassinato não é conhecido. "Estamos explorando todas as possibilidades", disse Smith em uma entrevista coletiva. "Certamente é uma ocorrência estranha para uma igreja logo de manhã", disse ele. "Parece ser uma estranha situação aleatória".
Bevers foi descrita por um amigo para WFAA.com como "uma mulher de Deus, que amava o marido, filhos e amigos". Fonte: www.guiame.com.br
Mais "Leis de proteção aos pastores" diante do casamento gay são aprovadas nos EUA
A Câmara dos Deputados de Louisiana (EUA) aprovou uma "lei de proteção aos pastores" que visa garantir aos ministros e organizações religiosas a isenção da obrigação de apoiar / celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, caso considerem que isso seja contrário às suas crenças.
O projeto de lei é similar àqueles já em vigor no Texase na Flórida, mas não deve ser tão abrangente como as leis aprovadas na Carolina do Norte e no Mississippi, que permitem que as empresas também por se neguem a prestar serviços a casais homossexuais por motivos religiosos.
Esses estados têm enfrentado uma reação de corporações enfurecidas com seus parlamentares, enquanto artistas proeminentes se recusarm a realizar shows nessas regiões, como forma de protesto em favor do movimento LGBT. Outros estados, incluindo a Geórgia e Indiana, retiraram ou alteraram a legislação semelhante por causa dos potenciais efeitos econômicos que esta poderia surtir.
A lei de Louisiana foi aprovada pela maioria republicana da Câmara dos Deputados. No entanto, o governador do estado, democrata, John Edwards Bel, já adiantou que não vai vetar o projeto de lei.
"Eu não vejo nada na lei de proteção aos pastores que me cause preocupação", disse ele. "Eu não acredito que nós temos pastores que hoje estejam sob a ameaça de qualquer coisa adversa acontecendo com eles se eles não celebrarem um casamento gay".
O defensor do projeto, o deputado Mike Johnson, procurou acalmar os temores expressos pelo lobby do turismo de Lousiana que o Estado teria de enfrentar uma reação nos negócios. Depois de se reunir com funcionários de turismo em Nova Orleans, ele buscou deixar claro que a proteção só se aplica ao clero, igrejas e certas organizações religiosas.
Edwards já tinha assinado uma ordem executiva para fornecer proteções de emprego a funcionários públicos e empregados de empreiteiras estatais com base na orientação sexual e identidade de gênero. Fonte: www.guiame.com.br
O projeto de lei é similar àqueles já em vigor no Texase na Flórida, mas não deve ser tão abrangente como as leis aprovadas na Carolina do Norte e no Mississippi, que permitem que as empresas também por se neguem a prestar serviços a casais homossexuais por motivos religiosos.
Esses estados têm enfrentado uma reação de corporações enfurecidas com seus parlamentares, enquanto artistas proeminentes se recusarm a realizar shows nessas regiões, como forma de protesto em favor do movimento LGBT. Outros estados, incluindo a Geórgia e Indiana, retiraram ou alteraram a legislação semelhante por causa dos potenciais efeitos econômicos que esta poderia surtir.
A lei de Louisiana foi aprovada pela maioria republicana da Câmara dos Deputados. No entanto, o governador do estado, democrata, John Edwards Bel, já adiantou que não vai vetar o projeto de lei.
"Eu não vejo nada na lei de proteção aos pastores que me cause preocupação", disse ele. "Eu não acredito que nós temos pastores que hoje estejam sob a ameaça de qualquer coisa adversa acontecendo com eles se eles não celebrarem um casamento gay".
O defensor do projeto, o deputado Mike Johnson, procurou acalmar os temores expressos pelo lobby do turismo de Lousiana que o Estado teria de enfrentar uma reação nos negócios. Depois de se reunir com funcionários de turismo em Nova Orleans, ele buscou deixar claro que a proteção só se aplica ao clero, igrejas e certas organizações religiosas.
Edwards já tinha assinado uma ordem executiva para fornecer proteções de emprego a funcionários públicos e empregados de empreiteiras estatais com base na orientação sexual e identidade de gênero. Fonte: www.guiame.com.br
Pastor afirma que a Igreja jamais deve atuar na política, mas o cristão “tem o dever” de fazê-lo
A atual crise política e econômica que o país atravessa é um sintoma de um “país em formação”, segundo o pastor Luiz Sayão, e que o papel do cristão na atuação política é essencial, embora a Igreja deva se abster de envolvimento.
Sayão, 53 anos, é escritor, linguista e hebraísta, dirigente da Igreja Batista Nações Unidas e participou recentemente da 96ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira.
Para o pastor, esse momento em que muitos escândalos de corrupção vêm sendo passados a limpo deve ser encarado como uma oportunidade: “A gente nunca deve ver esse cenário como negativo — existem cenários muito piores do que o nosso pelo mundo — mas como uma oportunidade de aprender”, afirmou, em entrevista ao portal Guia-me.
“Eu acho que essa crise está sendo importante para o brasileiro deixar de ser um pouquinho alienado e priorizar elementos que são periféricos para se pensar adequadamente em quem nós somos e quem queremos ser”, opinou.
Sobre a Igreja, o sacerdote destaca que a instituição deva se abster do envolvimento na política, cenário exatamente oposto do que se tem visto em denominações pentecostais e neopentecostais: “A igreja, como instituição, tem um foco: a missão de anunciar o Evangelho e trazer esse Evangelho para o homem sem Cristo”, frisou, acrescentando que a Igreja deve se envolver em outros tipos de programas que tragam benefícios para a sociedade.
Em contraponto, os cristãos, individualmente, devem se envolver nas questões políticas exercendo sua cidadania, opinou o pastor: “Os indivíduos cristãos que fazem parte da igreja não só têm o dever, mas a responsabilidade de se envolver politicamente para fazerem diferença no meio onde estão, assim como Daniel fez quando estava na Babilônia”.
Por fim, Sayão vê uma possibilidade promissora de futuro para o papel que a Igreja tem a desempenhar com o país: “Tendo essa distinção, eu creio que a gente vá caminhar em uma direção saudável, sem confundir as coisas, sem praticar a promiscuidade de vender a igreja para interesses políticos e sem trabalhar na direção de uma omissão e um distanciamento onde as coisas estão ruins e a gente não faz absolutamente nada”, concluiu.
Fonte: www.gospelmais.com.br
Sayão, 53 anos, é escritor, linguista e hebraísta, dirigente da Igreja Batista Nações Unidas e participou recentemente da 96ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira.
Para o pastor, esse momento em que muitos escândalos de corrupção vêm sendo passados a limpo deve ser encarado como uma oportunidade: “A gente nunca deve ver esse cenário como negativo — existem cenários muito piores do que o nosso pelo mundo — mas como uma oportunidade de aprender”, afirmou, em entrevista ao portal Guia-me.
“Eu acho que essa crise está sendo importante para o brasileiro deixar de ser um pouquinho alienado e priorizar elementos que são periféricos para se pensar adequadamente em quem nós somos e quem queremos ser”, opinou.
Sobre a Igreja, o sacerdote destaca que a instituição deva se abster do envolvimento na política, cenário exatamente oposto do que se tem visto em denominações pentecostais e neopentecostais: “A igreja, como instituição, tem um foco: a missão de anunciar o Evangelho e trazer esse Evangelho para o homem sem Cristo”, frisou, acrescentando que a Igreja deve se envolver em outros tipos de programas que tragam benefícios para a sociedade.
Em contraponto, os cristãos, individualmente, devem se envolver nas questões políticas exercendo sua cidadania, opinou o pastor: “Os indivíduos cristãos que fazem parte da igreja não só têm o dever, mas a responsabilidade de se envolver politicamente para fazerem diferença no meio onde estão, assim como Daniel fez quando estava na Babilônia”.
Por fim, Sayão vê uma possibilidade promissora de futuro para o papel que a Igreja tem a desempenhar com o país: “Tendo essa distinção, eu creio que a gente vá caminhar em uma direção saudável, sem confundir as coisas, sem praticar a promiscuidade de vender a igreja para interesses políticos e sem trabalhar na direção de uma omissão e um distanciamento onde as coisas estão ruins e a gente não faz absolutamente nada”, concluiu.
Fonte: www.gospelmais.com.br
Cristolândia realiza passeata contra as drogas em Santos - Leiliane Roberta Lopes
Jovens que foram resgatados da dependência química pela Cristolândia se uniram a centenas de pessoas para dizer “não às drogas” pelas ruas da cidade de Santos, litoral de São Paulo, na semana passada.
A caminha foi promovida pelo Movimento Nacional de Prevenção ao Uso de Drogas, da Junta de Missões Nacionais da Igreja Batista e entre os participantes estavam dezenas de ex-usuários de drogas.
Foram mais de 1 km de caminhada levando mensagem de prevenção ao uso de drogas, mostrando aos moradores que é possível vencer o vício que tem destruído milhões de pessoas no país.
A caminha se tornou “histórica” para a Junta de Missões Nacionais que participava do CBB em Santos.
“Hoje, foi super intenso. Histórico! Inesquecível! Maravilhoso! Impactante! Um dia que marcou a nossa equipe e os batistas para sempre. Foi vibrante”, declarou o Pr. Fernando Brandão, no final da caminhada.
O projeto VIVER – Movimento de Prevenção ao uso de Drogas também realizou em Santos um trabalho junto as escolas municipais para falar a respeito do tema tão importante.
Ainda como parte das iniciativas, o grupo da JMN estregou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, um Manifesto de Prevenção ao Uso das Drogas. Com informa Guia-me. Fonte: www.gospelprime.com.br
A caminha foi promovida pelo Movimento Nacional de Prevenção ao Uso de Drogas, da Junta de Missões Nacionais da Igreja Batista e entre os participantes estavam dezenas de ex-usuários de drogas.
Foram mais de 1 km de caminhada levando mensagem de prevenção ao uso de drogas, mostrando aos moradores que é possível vencer o vício que tem destruído milhões de pessoas no país.
A caminha se tornou “histórica” para a Junta de Missões Nacionais que participava do CBB em Santos.
“Hoje, foi super intenso. Histórico! Inesquecível! Maravilhoso! Impactante! Um dia que marcou a nossa equipe e os batistas para sempre. Foi vibrante”, declarou o Pr. Fernando Brandão, no final da caminhada.
O projeto VIVER – Movimento de Prevenção ao uso de Drogas também realizou em Santos um trabalho junto as escolas municipais para falar a respeito do tema tão importante.
Ainda como parte das iniciativas, o grupo da JMN estregou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, um Manifesto de Prevenção ao Uso das Drogas. Com informa Guia-me. Fonte: www.gospelprime.com.br
Ex-ídolo do heavy metal funda ministério cristão - Jarbas Aragão
Vincent Damon Furnier é mais conhecido por seu nome artístico: Alice Cooper. Cantor, compositor e ator, ele tornou-se uma celebridade nos anos 70 e é considerado um dos criadores do estilo heavy metal. Suas letras obscenas, que falavam de rebeldia e do sobrenatural, aliadas a um visual assustador, lhe renderam fama e fortuna. Ao longo de sua carreira, ele lançou 26 álbuns de estúdio e vendeu mais de 50 milhões de cópias.
Contudo, o que poucos sabem é que hoje, Vicent coordena um ministério chamado “Solid Rock”, voltado para suprir as “necessidades físicas, sociais e espirituais de adolescentes”. Segundo seu site oficial a proposta é usar a música, o teatro e os esportes, além da fé, para tirar os jovens das ruas e afastá-los das drogas.
Ele entende bem do assunto. Durante muitos anos viveu no circuito musical e, como a maioria dos artistas, tendo problemas com o uso de álcool e drogas. Mesmo tendo sido criado em um lar cristão (filho e neto de evangelistas), na adolescência Vicent se afastou da igreja.
Trocou o grupo de louvor em que cantava pelos palcos onde derramava sangue falso e simulava a própria morte. Como forma de provocar, afirmava que estava tomado pelo espírito de uma bruxa chamada Alice Cooper.
De fato, existiu uma mulher com esse nome que foi acusada de feitiçaria na vila de Salem Massachusetts, no ano de 1692. Ela e mais 24 outras pessoas foram executadas publicamente no episódio conhecido como “Os julgamentos das bruxas de Salem”.
No início ele achou que encarnar essa espécie de “vilão” do rock no palco era pura diversão e não atingiria sua vida particular. “Eu não imaginava como isso poderia afetar a minha fé. A Bíblia está cheia de vilões”, lembra. Mas Vicent estava errado. Desde o primeiro sucesso, em 1971, o cantor foi se enfiando cada vez mais em problemas.
Em 1972 iniciou uma turnê mundial, onde exibia no palco cenas de tortura, uma guilhotina que cortava a cabeça de bonecos, cantava abraçado a uma jiboia e afirmava estar apenas “se divertindo”. Aos poucos foi percebendo que aquele caminho era de destruição. A maioria dos seus amigos morreram “tentando ser estrelas do rock”. A lista é grande: Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Keith Moon.
Depois de sua turnê de 1977, Cooper fez o primeiro tratamento para seu alcoolismo. Seis anos mais tarde, foi hospitalizado por causa de uma cirrose no fígado. Com medo de morrer, recorreu a oração. Foi então que afirma ter se convertido e recebido uma cura divina. “Deus tirou isso de mim. Foi um milagre absoluto. Em 30 anos eu nunca mais tive vontade de beber álcool novamente”, explica.
Nesta época ele estava separado de sua esposa, Sheryl Goddard, que é filha de um pastor batista. Eles reataram o casamento e passaram a frequentar juntos uma igreja em Phoenix. Após meses indo aos cultos e dizendo odiar cada um deles, “tive que tomar uma decisão, pois eu estava convicto. O Senhor realmente me convenceu”, diz ele. O casal teve três filhos e estão juntos até hoje.
Dizendo ser o “exemplo perfeito do filho pródigo”, dá seu testemunho para os jovens que ajuda. Nos últimos anos tem se dedicado ao trabalho na Evangelical Covenant Church, na cidade de Phoenix, a qual está ligado. Declara que sua esperança é que “consiga causar um impacto na vida deles, que os leve para a eternidade”. Com informações de The Blaze. Fonte: www.gospelprime.com.br
Ex-idolo-do-heavy-metal-funda.html?m=1
Contudo, o que poucos sabem é que hoje, Vicent coordena um ministério chamado “Solid Rock”, voltado para suprir as “necessidades físicas, sociais e espirituais de adolescentes”. Segundo seu site oficial a proposta é usar a música, o teatro e os esportes, além da fé, para tirar os jovens das ruas e afastá-los das drogas.
Ele entende bem do assunto. Durante muitos anos viveu no circuito musical e, como a maioria dos artistas, tendo problemas com o uso de álcool e drogas. Mesmo tendo sido criado em um lar cristão (filho e neto de evangelistas), na adolescência Vicent se afastou da igreja.
Trocou o grupo de louvor em que cantava pelos palcos onde derramava sangue falso e simulava a própria morte. Como forma de provocar, afirmava que estava tomado pelo espírito de uma bruxa chamada Alice Cooper.
De fato, existiu uma mulher com esse nome que foi acusada de feitiçaria na vila de Salem Massachusetts, no ano de 1692. Ela e mais 24 outras pessoas foram executadas publicamente no episódio conhecido como “Os julgamentos das bruxas de Salem”.
No início ele achou que encarnar essa espécie de “vilão” do rock no palco era pura diversão e não atingiria sua vida particular. “Eu não imaginava como isso poderia afetar a minha fé. A Bíblia está cheia de vilões”, lembra. Mas Vicent estava errado. Desde o primeiro sucesso, em 1971, o cantor foi se enfiando cada vez mais em problemas.
Em 1972 iniciou uma turnê mundial, onde exibia no palco cenas de tortura, uma guilhotina que cortava a cabeça de bonecos, cantava abraçado a uma jiboia e afirmava estar apenas “se divertindo”. Aos poucos foi percebendo que aquele caminho era de destruição. A maioria dos seus amigos morreram “tentando ser estrelas do rock”. A lista é grande: Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Keith Moon.
Depois de sua turnê de 1977, Cooper fez o primeiro tratamento para seu alcoolismo. Seis anos mais tarde, foi hospitalizado por causa de uma cirrose no fígado. Com medo de morrer, recorreu a oração. Foi então que afirma ter se convertido e recebido uma cura divina. “Deus tirou isso de mim. Foi um milagre absoluto. Em 30 anos eu nunca mais tive vontade de beber álcool novamente”, explica.
Nesta época ele estava separado de sua esposa, Sheryl Goddard, que é filha de um pastor batista. Eles reataram o casamento e passaram a frequentar juntos uma igreja em Phoenix. Após meses indo aos cultos e dizendo odiar cada um deles, “tive que tomar uma decisão, pois eu estava convicto. O Senhor realmente me convenceu”, diz ele. O casal teve três filhos e estão juntos até hoje.
Dizendo ser o “exemplo perfeito do filho pródigo”, dá seu testemunho para os jovens que ajuda. Nos últimos anos tem se dedicado ao trabalho na Evangelical Covenant Church, na cidade de Phoenix, a qual está ligado. Declara que sua esperança é que “consiga causar um impacto na vida deles, que os leve para a eternidade”. Com informações de The Blaze. Fonte: www.gospelprime.com.br
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sábado, 23 de abril de 2016
Baruk e Priscilla Alcântara interpretam single de Milagres do Paraíso - Leiliane Roberta Lopes
Estreou nesta quinta-feira (21) em todo o Brasil o filme “Milagres do Paraíso”, que conta a história verídica de uma cura sobrenatural de uma menina americana de apenas dez anos.
A Sony Pictures, que distribui o longa, e a Sony Music se uniram para criar um single em português para esse filme e escolheram os cantores Paulo César Baruk e Priscilla Alcântara.
A canção interpretada foi “Tua Palavra”, versão de “Your Words” da banda Third Day. O vídeo clipe da música já foi divulgado no Youtube e mostras cenas do filme com cenas dos cantores interpretando a canção e fazendo linguagens de sinais, tendo a participação de Rebecca Nemer, esposa de Baruk.
O clipe também será exibido no final do filme para os espectadores brasileiros que forem conferir essa superprodução que tem no elenco nomes como Jennifer Garner, Martin Henderson, Brighton Sharbino, Kylie Rogers, Courtney Fansler, Queen Latifah e outros.
Christy (Jennifer Garner) e Kevin Beam (Martin Henderson) são pais de três garotas: Abbie (Brighton Sharbino), Annabel (Kylie Rogers) e Adelynn (Courtney Fansler). Eles vivem em uma confortável casa, junto com cinco cachorros, e acabam de abrir uma clínica veterinária, o que fez com que tivessem que apertar os cintos e hipotecar a casa. Cristãos convictos, os Beam vão à igreja com frequência.
Um dia, Annabel começa a sentir fortes dores na região do abdomem. Após muitos exames, é constatado que a garota possui um grave problema digestivo. Tal situação faz com que Christy busque a todo custo algum meio de salvar a vida da filha, ao mesmo tempo em que se afasta cada vez mais de sua crença em Deus.
Fonte: www.gospelprime.com.br
A Sony Pictures, que distribui o longa, e a Sony Music se uniram para criar um single em português para esse filme e escolheram os cantores Paulo César Baruk e Priscilla Alcântara.
A canção interpretada foi “Tua Palavra”, versão de “Your Words” da banda Third Day. O vídeo clipe da música já foi divulgado no Youtube e mostras cenas do filme com cenas dos cantores interpretando a canção e fazendo linguagens de sinais, tendo a participação de Rebecca Nemer, esposa de Baruk.
O clipe também será exibido no final do filme para os espectadores brasileiros que forem conferir essa superprodução que tem no elenco nomes como Jennifer Garner, Martin Henderson, Brighton Sharbino, Kylie Rogers, Courtney Fansler, Queen Latifah e outros.
Christy (Jennifer Garner) e Kevin Beam (Martin Henderson) são pais de três garotas: Abbie (Brighton Sharbino), Annabel (Kylie Rogers) e Adelynn (Courtney Fansler). Eles vivem em uma confortável casa, junto com cinco cachorros, e acabam de abrir uma clínica veterinária, o que fez com que tivessem que apertar os cintos e hipotecar a casa. Cristãos convictos, os Beam vão à igreja com frequência.
Um dia, Annabel começa a sentir fortes dores na região do abdomem. Após muitos exames, é constatado que a garota possui um grave problema digestivo. Tal situação faz com que Christy busque a todo custo algum meio de salvar a vida da filha, ao mesmo tempo em que se afasta cada vez mais de sua crença em Deus.
Fonte: www.gospelprime.com.br
Médico é demitido após pregar sobre homossexualidade em sua igreja
Um especialista em saúde pública que é pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia nos Estados Unidos foi demitido pelo Departamento de Saúde Pública (DSP) da Geórgia depois que funcionários públicos foram designados para vigiar e avaliar o conteúdo de seus sermões no YouTube. As informações são dos documentos oficiais do Governo.
Na última quarta-feira (20), o “The First Liberty Institute” anunciou que entrou com uma ação em nome de Eric Walsh contra o DSP, alegando que ele foi despedido pela agência sobre questões relacionadas ao conteúdo de seus sermões sobre a homossexualidade.
Como é ilegal, de acordo com a Lei de Direitos Civis de 1964, tomar decisões de emprego com base na religião, documentos e conversas de e-mail foram obtidos pela The First Liberty Institute através do Freedom of Information Act e eles parecem revelar uma série de acusações condenatórias contra o DSP.
De acordo com um e-mail obtido, Walsh, que tem um diploma de médico, doutorado em saúde pública e foi nomeado para o Conselho Consultivo Presidencial do presidente Obama sobre o HIV / SIDA, foi contratado no início de maio de 2014 para começar a trabalhar na agência em 16 de junho de 2014.
Mas, como a controvérsia já havia rodeado pontos de vista conservadores de Walsh sobre o casamento na Califórnia, quando ativistas LGBT protestaram sua seleção como orador de formatura na Pasadena City College. Os documentos indicam que os funcionários do DSP decidiram realizar uma investigação sobre a sua própria visão sobre o casamento.
Registros
De acordo com um e-mail de 14 de maio de 2014 que foi enviado por Lee Rudd, executivo de recursos humanos do DSP, mostrou que um número de funcionários foi especificamente designado para passar algumas horas ouvindo o conteúdo dos sermões de Walsh.
"OK ... Eu tenho uma tarefa para muitos de nós. Temos de ouvir seus sermões no YouTube [sic] esta noite. Se passarmos algumas horas, então devemos cobrir nossas bases", escreveu Rudd. "Vou recorrer Dwana [príncipe] para nos ajudar. Kate [Pfirman, Diretor Financeiro do DSP] vai ouvi-los também".
Após a revisão, o processo alega que a reunião foi "organizada às pressas" no dia seguinte por funcionários para discutir os sermões e o futuro de Walsh com o departamento.
O processo afirma que "a intenção ilegal e discriminatória do dia 15 de maio de 2014 em reunião compelida pela DSP adverte não uma, mas duas vezes, durante a mesma reunião que sob a lei federal de crenças religiosas, o Dr. Walsh não poderia desempenhar nenhum papel em qualquer decisão de emprego pelo DSP”.
A Fox News relatou que um outro funcionário havia dito que Walsh deve ser contratado com base em suas qualificações.
"Existem provas claras de que ele é um excelente diretor de saúde", o funcionário disse de acordo com um documento obtido pela The First Liberty Institute. "Se nós não contratarmos o candidato com base na evidência de desempenho no trabalho e desqualificá-lo com base em discriminação por aqueles que buscam fazer avançar a sua própria agenda e fazer-lhe mal, eu acredito que não somos melhores do que eles", afirmou.
Apesar dos avisos, os funcionários decidiram durante ou após a reunião que iria encerrar a oportunidade de emprego de Walsh. Em 16 de maio de 2014, a oferta de trabalho de Walsh foi rescindida oficialmente.
"Eu não podia acreditar que eles me demitiram por causa de coisas que eu falei em meus sermões", disse Walsh, em comunicado. "Foi devastador. Eu não consegui mais um emprego em saúde pública desde então. Ao rever meus sermões, me demitiram por causa de minhas crenças religiosas. O Estado da Geórgia destruiu a minha carreira no serviço público", desabafou.
Apesar dos documentos obtidos, o DSP nega que a religião desempenhou qualquer papel na sua decisão de rescindir a sua oferta de emprego, alegando que Walsh violou a lei da Califórnia e da Geórgia ao não revelar uma fonte secundária de renda.
A ação de Walsh bem como do ex-chefe de Atlanta Kelvin Cochran está no meio de uma batalha legal contra a cidade após ele alegar que foi demitido por causa da preocupação do prefeito sobre uma breve seção sobre a homossexualidade em um livro que ele escreveu para o seu estudo da Bíblia.
"A esquerda costumava dizer que não estava preocupada com o discurso cristão nos cultos. Em vez disso, ele só estavam focados em ‘acabar com a discriminação’", escreveu David French, colunista a National Review. "Mas agora a esquerda é o discriminadora, visando expurgar os cristãos da vida pública". Fonte: www.guiame.com.br
Na última quarta-feira (20), o “The First Liberty Institute” anunciou que entrou com uma ação em nome de Eric Walsh contra o DSP, alegando que ele foi despedido pela agência sobre questões relacionadas ao conteúdo de seus sermões sobre a homossexualidade.
Como é ilegal, de acordo com a Lei de Direitos Civis de 1964, tomar decisões de emprego com base na religião, documentos e conversas de e-mail foram obtidos pela The First Liberty Institute através do Freedom of Information Act e eles parecem revelar uma série de acusações condenatórias contra o DSP.
De acordo com um e-mail obtido, Walsh, que tem um diploma de médico, doutorado em saúde pública e foi nomeado para o Conselho Consultivo Presidencial do presidente Obama sobre o HIV / SIDA, foi contratado no início de maio de 2014 para começar a trabalhar na agência em 16 de junho de 2014.
Mas, como a controvérsia já havia rodeado pontos de vista conservadores de Walsh sobre o casamento na Califórnia, quando ativistas LGBT protestaram sua seleção como orador de formatura na Pasadena City College. Os documentos indicam que os funcionários do DSP decidiram realizar uma investigação sobre a sua própria visão sobre o casamento.
Registros
De acordo com um e-mail de 14 de maio de 2014 que foi enviado por Lee Rudd, executivo de recursos humanos do DSP, mostrou que um número de funcionários foi especificamente designado para passar algumas horas ouvindo o conteúdo dos sermões de Walsh.
"OK ... Eu tenho uma tarefa para muitos de nós. Temos de ouvir seus sermões no YouTube [sic] esta noite. Se passarmos algumas horas, então devemos cobrir nossas bases", escreveu Rudd. "Vou recorrer Dwana [príncipe] para nos ajudar. Kate [Pfirman, Diretor Financeiro do DSP] vai ouvi-los também".
Após a revisão, o processo alega que a reunião foi "organizada às pressas" no dia seguinte por funcionários para discutir os sermões e o futuro de Walsh com o departamento.
O processo afirma que "a intenção ilegal e discriminatória do dia 15 de maio de 2014 em reunião compelida pela DSP adverte não uma, mas duas vezes, durante a mesma reunião que sob a lei federal de crenças religiosas, o Dr. Walsh não poderia desempenhar nenhum papel em qualquer decisão de emprego pelo DSP”.
A Fox News relatou que um outro funcionário havia dito que Walsh deve ser contratado com base em suas qualificações.
"Existem provas claras de que ele é um excelente diretor de saúde", o funcionário disse de acordo com um documento obtido pela The First Liberty Institute. "Se nós não contratarmos o candidato com base na evidência de desempenho no trabalho e desqualificá-lo com base em discriminação por aqueles que buscam fazer avançar a sua própria agenda e fazer-lhe mal, eu acredito que não somos melhores do que eles", afirmou.
Apesar dos avisos, os funcionários decidiram durante ou após a reunião que iria encerrar a oportunidade de emprego de Walsh. Em 16 de maio de 2014, a oferta de trabalho de Walsh foi rescindida oficialmente.
"Eu não podia acreditar que eles me demitiram por causa de coisas que eu falei em meus sermões", disse Walsh, em comunicado. "Foi devastador. Eu não consegui mais um emprego em saúde pública desde então. Ao rever meus sermões, me demitiram por causa de minhas crenças religiosas. O Estado da Geórgia destruiu a minha carreira no serviço público", desabafou.
Apesar dos documentos obtidos, o DSP nega que a religião desempenhou qualquer papel na sua decisão de rescindir a sua oferta de emprego, alegando que Walsh violou a lei da Califórnia e da Geórgia ao não revelar uma fonte secundária de renda.
A ação de Walsh bem como do ex-chefe de Atlanta Kelvin Cochran está no meio de uma batalha legal contra a cidade após ele alegar que foi demitido por causa da preocupação do prefeito sobre uma breve seção sobre a homossexualidade em um livro que ele escreveu para o seu estudo da Bíblia.
"A esquerda costumava dizer que não estava preocupada com o discurso cristão nos cultos. Em vez disso, ele só estavam focados em ‘acabar com a discriminação’", escreveu David French, colunista a National Review. "Mas agora a esquerda é o discriminadora, visando expurgar os cristãos da vida pública". Fonte: www.guiame.com.br
Sangue” dos cristãos perseguidos tinge fonte de Roma
Trata-se de uma forma de lembrar o sangue verdadeiro, derramado por que esses cristãos perseguidos foram mortos por causa de sua fé. Programada para acontecer às 20 horas (horário local) da próxima sexta, a manifestação pretende “dar voz” aos homens, mulheres e crianças que grande parte do mundo sequer sabe que foram mártires.
De acordo com a World Religion News, confirmaram presença o presidente internacional da AIS, o cardeal Mauro Piacenza, e o bispo de Aleppo (Síria), Antonie Audo. Também devem participar representantes das organizações Christian Workers Movement, Caritas Italiana, Communion and Liberation e Focolare Movement.
Independentemente de sua denominação (evangélica, católica ou ortodoxa), os milhares de cristãos que são perseguidos, sobretudo em países muçulmanos, continuam sendo ignorados por organizações como a ONU.
A AIS emitiu nota apelando para que “A sistemática violação do direito à liberdade religiosa, sobretudo em prejuízo dos cristãos, deve se transformar em um tema central do debate público”.
Perseguição é a maior da história
Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.
A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.
Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.
Os dados divulgados pela Portas Abertas no início de 2016 mostram que continuamos em uma escalada histórica de perseguição ao cristianismo. Em média, um cristão é morto a cada 5 minutos por causa da sua fé.
“Os níveis de exclusão, discriminação e violência contra os cristãos é algo sem precedentes. Está se espalhando e intensificando”, afirma David Curry, presidente da Portas Abertas nos EUA. O relatório da missão mostra que, em 2015, mais de 7.000 cristãos foram mortos por sua fé e cerca de 2.400 igrejas foram atacadas ou danificadas, índices que mostram um aumento de mais de 100% em comparação a 2014.
Fonte: www.gospelprime.com.br
De acordo com a World Religion News, confirmaram presença o presidente internacional da AIS, o cardeal Mauro Piacenza, e o bispo de Aleppo (Síria), Antonie Audo. Também devem participar representantes das organizações Christian Workers Movement, Caritas Italiana, Communion and Liberation e Focolare Movement.
Independentemente de sua denominação (evangélica, católica ou ortodoxa), os milhares de cristãos que são perseguidos, sobretudo em países muçulmanos, continuam sendo ignorados por organizações como a ONU.
A AIS emitiu nota apelando para que “A sistemática violação do direito à liberdade religiosa, sobretudo em prejuízo dos cristãos, deve se transformar em um tema central do debate público”.
Perseguição é a maior da história
Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.
A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.
Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.
Os dados divulgados pela Portas Abertas no início de 2016 mostram que continuamos em uma escalada histórica de perseguição ao cristianismo. Em média, um cristão é morto a cada 5 minutos por causa da sua fé.
“Os níveis de exclusão, discriminação e violência contra os cristãos é algo sem precedentes. Está se espalhando e intensificando”, afirma David Curry, presidente da Portas Abertas nos EUA. O relatório da missão mostra que, em 2015, mais de 7.000 cristãos foram mortos por sua fé e cerca de 2.400 igrejas foram atacadas ou danificadas, índices que mostram um aumento de mais de 100% em comparação a 2014.
Fonte: www.gospelprime.com.br
Círculo de Oração ora por políticos em Brasília - Jarbas Aragão
Nos últimos meses, diferentes denominações evangélicas lançaram campanhas de oração pelo país. A principal motivação tem sido a conturbada situação política e a crise institucional que o Brasil atravessa. Entre documentos e manifestações, diferentes segmentos se posicionaram, alguns a favor e outros contra, mas todos afirmam esperar uma intervenção divina.
Ou seja, desde o início do cristianismo que existe essa percepção que o bem-estar de um povo depende que as pessoas com autoridade governem bem. Orar pelos políticos é um costume nas diversas igrejas que possuem um ministério de intercessão.
Há muitos anos, as irmãs do círculo de oração da Assembleia de Deus em Pernambuco dão sustentação espiritual a diversos deputados evangélicos. Em um clamor contínuo ao mesmo tempo em que decisões importantes eram tomadas no Congresso Nacional. Raquel Gomes, Sara Rodrigues e Cleide França estavam em Brasília na semana passada. Elas contam que costumeiramente lideram uma rede de intercessores, que fazem turnos de oração contínuos, literalmente 24 horas por dia.
As três reafirmam sua convicção que Deus ouve e opera no país, sem perder de vista que a situação que estamos vivendo é, sobretudo, uma resposta a essas orações. “Quando seu povo se reúne para orar, o Senhor faz”, lembra Cleide. Já Raquel assevera que esse movimento intenso no Brasil não pode parar, pois o Senhor “ainda tem grandes coisas para fazer”. Sara, por sua vez, crê que no final, o nome de Deus é que será glorificado.
As três são unânimes ao dizer que as principais armas do cristão são a oração e o jejum. A dirigente Raquel explica que o papel delas, como intercessoras, não é pedir apenas pelos deputados que são evangélicos. Elas oram por todos os que foram eleitos, independentemente de convicção religiosa.
Nesses tempos de incertezas, a internet tem sido uma maneira de se debater o assunto e lembrar antigas profecias sobre uma interferência divina nos rumos do Brasil. Do outro lado, diferentes movimentos ativistas foram para as ruas contando, inclusive com lideranças evangélicas.
As líderes do círculo de oração de Pernambuco preferem não fazer previsões sobre nomes, lembrando apenas que seu papel é continuar “na brecha”. “Tudo isso que está acontecendo é permissão de Deus e no final a vitória é dele”, ressalta a dirigente Sara.
Por sua vez, Cleide pede que a igreja de todo o país “entre nessa batalha pois Deus irá mudar essa nação”. Assim como elas, por todo o território nacional há homens e mulheres anônimos que acreditam nisso e fazem a sua parte na igreja local. A história mostrará se a igreja compreendeu seu papel nesse processo histórico e, mais do que reclamar, dedicou-se a clamar.
Fonte:www.gospelprime. com.br
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